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Bovespa resiste à instabilidade externa e sobe 0,36%

SÃO PAULO - O ritmo comprador perde força, mas a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) segue operando em território positivo. Por volta das 13h20, o Ibovespa ganhava 0,36%, para 39.

Valor Online |

781 pontos, com giro financeiro em R$ 1,12 bilhão.

Em Wall Street, os índices começaram o dia em alta depois que o Departamento de Comércio apontou uma retração menor do que a esperada do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre. Mas o efeito positivo durou pouco - tanto Dow Jones quanto o Nasdaq já registravam queda de 0,68% e 0,72%, respectivamente.

A economia norte-americana encolheu 3,8% entre outubro e dezembro do ano passado, menos do que os 5% a 5,5% estimados. Ainda assim, esse resultado é o pior desde 1982.

Segundo o operador de mercado, o resultado do PIB norte-americano foi trágico, mas, por ser melhor do que o esperado, bastou para estimular as compras por aqui.

À parte do noticiário, o especialista chama atenção para o forte desempenho da Bovespa no acumulado nos últimos dias. Basta lembrar que o índice aponta alta de quase 5% na semana.

Observado as corretoras que movimentam os maiores volumes, o especialista aponta que os investidores estrangeiros voltaram às compras. Pelos últimos dados disponíveis, no acumulado do mês até o dia 27, o saldo do não residente ainda era negativo em R$ 726 milhões. Até o dia 21, a perda era maior, de R$ 900 milhões.

No âmbito corporativo, Petrobras PN garantia os ganhos do dia, subindo 1,87%, aos R$ 25,50. Já a ação PNA da Vale reverteu os ganhos e caía 0,24%, a R$ 28,43.

O destaque segue com o papel PN da Sadia, que valorizava 5,31%, para R$ 3,37. Parte da alta é atribuída a declarações do presidente da companhia, Luiz Fernando Furlan, de que as vendas brutas teriam subido mais de 20% no ano passado.

Seguindo os pares externos, os bancos voltaram a oscilar em território negativo. Bradesco PN perdia 0,47%, para R$ 20,95, e Itaú PN caía 0,75%, a R$ 23,52.

No câmbio, o pregão é bastante instável refletindo, ainda, a formação da Ptax (média das cotações ponderada pelo volume) que liquidará os contratos futuros. Há pouco, o dólar comercial valia R$ 2,318 na venda, alta de 1,04%.

O Banco Central (BC) tentou fazer leilão de venda de dólares no mercado à vista às 11h44, mas cancelou a operação por problemas técnicos.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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