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Bovespa passa a recuar; dólar inverte rumo e avança sobre real

SÃO PAULO - Apesar de ter ensaiado uma recuperação logo no início dos negócios, quando atingiu máxima de 70.872 pontos, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perdeu força em menos de uma hora de atividade e passou a operar em baixa.

Valor Online |

SÃO PAULO - Apesar de ter ensaiado uma recuperação logo no início dos negócios, quando atingiu máxima de 70.872 pontos, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perdeu força em menos de uma hora de atividade e passou a operar em baixa. Por volta das 11h10, o Ibovespa, que registrou mínima de 70.332 pontos, recuava 0,14%, aos 70.514 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 1,140 bilhão. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), o Ibovespa futuro subia apenas 0,01% e somava 70.610 pontos. No mercado internacional, o humor dos investidores reflete o desempenho mais fraco que o previsto da Alcoa. A produtora de alumínio registrou prejuízo líquido atribuível à empresa de US$ 201 milhões no primeiro trimestre deste calendário, contra uma perda de US$ 277 milhões registrada nos últimos três meses de 2009 e perante os US$ 497 milhões de prejuízo do trimestre inicial do ano passado. Há instantes, o índice o Dow Jones tinha queda de 0,09%, o S & P 500 se desvalorizava em 0,22% e o Nasdaq recuava 0,03%. Na Europa, as principais bolsas também registravam perdas, embora a Grécia tenha levantado um valor acima do esperado num leilão de títulos de curto prazo. O país conseguiu captar 1,560 bilhão de euros, ou 360 milhões de euros a mais do que o previsto inicialmente, com a colocação no mercado de títulos de seis meses e 12 meses. Esta foi a primeira colocação feita pelo país depois do plano de resgate de até 45 bilhões de euros anunciado por líderes europeus e o Fundo Monetário Internacional (FMI) no fim de semana. No cenário corporativo, mais uma vez, as"blue chips"pressionavam o Ibovespa para baixo. Há instantes, as ações PN da Petrobras cediam 0,49%, a R$ 34,22, e os papéis PNA da Vale caíam 0,39%, a R$ 50,55. Entre as principais quedas do Ibovespa figuravam os papéis PNA do Pão de Açúcar, que perdiam, há pouco, 5,26%, a R$ 58,83. Os agentes reagem à notícia de intenção das Casas Bahia e de seus sócios de rever a associação fechada com a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), dona do Pão de Açúcar e da Globex, em dezembro do ano passado. Também em baixa estavam as ações PNA e ON da Usiminas, com desvalorização de 0,97% e 0,83%, respectivamente, cotadas a R$ 59,96 e a R$ 60,60. A empresa anunciou ontem a troca no comando da empresa, com a saída do presidente executivo, Marco Antônio Castello Branco, que será substituído por Wilson Brumer, que ocupa atualmente o posto de presidente do Conselho de Administração da produtora de aços planos. Castello Branco ficará no posto até o dia 30 deste mês. A presidência do Conselho, por sua vez, será ocupada por Israel Vainboim, que vinha participando dos Conselhos de Administração de diversas empresas, como Itaú Unibanco, Souza Cruz e Embraer. Brumer garantiu, porém, que nada mudará no plano estratégico da siderúrgica, que inclui investimentos de R$ 3,2 bilhões neste ano, além da meta de abrir o capital do negócio de minério de ferro. Destaque positivo para os papéis ON da mineradora MMX, que avançavam 3,08%, para R$ 13,69, Cosan ON, com valorização de 2,22%, a R$ 23, e PDG Realty ON, com apreciação de 1,61%, a R$ 15,14. A incorporadora informou que as vendas contratadas líquidas pro rata atingiram o volume recorde de R$ 842 milhões no primeiro trimestre de 2010, o dobro do valor apurado no mesmo intervalo de 2009 (R$ 420 milhões). Na comparação com o quarto trimestre, foi registrado um crescimento de 11,8%. Nos primeiros três meses deste ano, os lançamentos pro rata da PDG somaram R$ 846 milhões, aumento de 79% na comparação com os R$ 472 milhões registrados no mesmo trimestre de 2009. Houve, no entanto, uma queda de 17,8% do VGV da companhia em relação ao volume apurado entre outubro e dezembro do ano passado (R$ 1,029 bilhão). No mercado de câmbio, o dólar, que operava em baixa no início da sessão, pelo quarto dia seguido, também inverteu a trajetória e passou a ganhar força em relação ao real. Há pouco, a moeda americana subia 0,17%, cotada a R$ 1,762 na venda. (Beatriz Cutait | Valor)
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