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Bovespa opera em alta de 2%; dólar oscila nesta segunda-feira

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começou a sessão estável, aos 59.372 pontos, mas com cerca de uma hora de pregão já subia 2%, para 60.698 pontos.

Redação com agências |

 

A Bolsa brasileira segue os mercados externos, que operam em alta. Em Nova York, o índice Dow Jones sobe 0,86% e a Bolsa eletrônica Nasdaq sobe 1,33%. Na Europa, os mercados sobem mais de 1%.

Esta semana promete ser mais uma que irá testar os nervos dos investidores, e na qual a volatilidade deve dar o tom dos negócios. Hoje, o dia parece mais calmo, pelo o que indica as bolsas na Europa e os índices futuros em Nova York, que operam em alta. No entanto, isso não significa mudança de tendência nem ausência de oscilação nos mercados.

As matérias-primas (commodities) em queda podem contribuir para um dia mais tranqüilo, mas um recuo acentuado do petróleo pode puxar para baixo as ações da Petrobras e levar o Ibovespa a se descolar de Nova York, já que os papéis da estatal têm peso significativo no índice. Às 10h01 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em agosto caía 1,47%, a US$ 143,15 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).
Na sexta-feira da semana passada, o indicador apresentou leve ganho de 0,16%, para 59.365 pontos. O giro somou R$ 2,81 bilhões.

Dólar

O dólar à vista abriu estável hoje, a R$ 1,608, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), na mesma cotação de fechamento da última sexta-feira (dia 4). Por volta das 11h10, porém, o dólar tinha leve queda, de 0,12%, a R$ 1,606, após oscilar entre o terreno negativo e positivo.

Hoje, o mercado internacional amanhece mais tranqüilo e o dólar encontra espaço para valorizar-se ante as principais moedas estrangeiras, com conseqüente queda dos preços do petróleo no mercado externo.

Isso é decorrente das expectativas em torno da reunião do G8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo e a Rússia) e do G5 (cinco nações emergentes: Brasil, Índia, África do Sul, México e China), no Japão, onde a alta dos preços dos alimentos e do petróleo deve ser tema de destaque. O mercado financeiro internacional acompanhará de perto discussões e declarações dos líderes sobre esses assuntos, com eventuais impactos nos preços.

Porém, a cautela ainda permeia as transações no mercado de câmbio e, por aqui, um dos sinalizadores da aversão ao risco para o mercado deve continuar sendo o comportamento dos investidores estrangeiros na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O mês de junho foi recorde de saídas e os especialistas acompanham o comportamento deste mês querendo identificar se há uma tendência mais firme de fuga de capitais em curso.

Assim, os especialistas não esperam grandes apostas no câmbio início desta manhã. Enquanto aguardam a agenda da semana esquentar ainda mais - amanhã começa a temporada de balanços referentes ao segundo trimestre deste ano nos Estados Unidos, com prováveis impactos em preços - os investidores devem negociar o dólar perto da estabilidade, oscilando de acordo com fluxos eventuais. Hoje serão anunciados dados da balança comercial brasileira, relativos a primeira semana do mês (dias 1º a 4 de julho).

Com informações do Valor Online e da Agência Estado

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