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Bovespa garante alta de 0,40% nos minutos finais de pregão

SÃO PAULO - O pregão de segunda-feira na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) foi decido no call de fechamento. Com ofertas de compra aumentando no leilão realizado ao final do dia, o Ibovespa fechou com alta de 0,40%, aos 41.

Valor Online |

841 pontos. Vale lembrar que até as 17h55, início do call, o índice operava em território negativo. O giro financeiro somou R$ 4,92 bilhões, sendo R$ 2,1 bilhões em vencimento de opções sobre ações.

Segundo o economista da Infra Asset Management, Fausto Gouveia, essa puxada de alta nos instantes finais do pregão já pode ser encarada como um reflexo do vencimento do Ibovespa futuro na quarta-feira.

De acordo com o especialista, os agentes aproveitaram a maior liquidez do leilão de fechamento para começar a puxar o Ibovespa para determinado patamar que permita o exercício de seus contratos. O Ibovespa para fevereiro vence na quarta-feira e o mais negociado passará a ser o contrato de abril. "Amanhã, essa briga entre comprados e vendidos deve se acentuar", acredita.

Ainda de acordo com economista, os exercícios de opções em meses pares apresentam maior volume, pois eles concentram tanto os vencimento de opções sobre ações quanto do Ibovespa futuro.

Gouveia também acredita que os balanços trimestrais de empresas brasileiras garantirão instabilidade no decorrer da semana. Para o especialista, os números referentes ao trimestre compreendido entre outubro e dezembro devem mostrar o tamanho do estrago causado pela falta de crédito no período.

Nos negócios de hoje, destaque para as ações da Petrobras e Vale, que concentraram as compras encerrando nas máximas do dia. Cabe lembrar que os papéis têm grande peso na composição do Ibovespa, portanto, a compra ou venda mexe bastante com a pontuação do índice.

O papel PN da Petrobras fechou com alta de 1,15%, a R$ 27,92, e Vale PNA ganhou 0,74%, a R$ 30,92. Petrobras ON subiu 0,97%, a R$ 34,25, e Vale ON teve acréscimo de 0,32%, a R$ 36,51.

Segurando um melhor desempenho, Itaú PN caiu 0,39%, para R$ 25,40, e Bradesco PN se desvalorizou 0,53%, para R$ 22,43. As ações dos bancos seguiram os pares externos. Na Europa, o setor liderou as perdas dentre do FTSE-100, que fechou em baixa de 1,31%.

Queda acentuada para Light ON, que caiu 4,66%, para R$ 24,55, refletindo resultados trimestrais abaixo do esperado. O lucro líquido ajustado a eventos extraordinários ficou em R$ 50,9 milhões, enquanto a previsão passava de R$ 100 milhões.

Ainda na ponta vendedora, TIM Part ON cedeu 3,01%, a R$ 6,76, e Telemar ON desvalorizou 2,74%, para R$ 34,00, diante de decisão judicial que impediu a companhia de começar a pagar R$ 1,19 bilhão em dividendos extraordinários.

No lado oposto, Sabesp ON garantiu alta de 3,33%, a R$ 26,00. Aracruz PNB aumentou 3,27%, a R$ 1,89, e VCP PN subiu 2,98%, a R$ 13,47
Fora do índice, a ação ON da Positivo Informática disparou 78,84%, para R$ 9,30 em meio a renovados rumores de compra pela chinesa Lenovo. Em dezembro do ano passado, a negociação entre as duas companhias não foi para frente.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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