Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Bovespa fecha segunda-feira com queda de 1,30%; dólar tem desvalorização ante o real

SÃO PAULO - A pressão exercida pelas commodities sobre as ações de empresas domésticas ligadas ao setor fizeram a Bolsa de Valores de São Paulo fechar esta segunda-feira no vermelho, num dia de fraco movimento. O Ibovespa fechou com desvalorização 1,30%, a 38.828 pontos.

Redação com agências |

 

O ritmo lento dopregão, devido ao feriado norte-americano em homenagem a Martin Luther King, que manteve fechadas as bolsas de Wall Street, só não foi maior por causa do exercício dos contratos de opções, fazendo a sessão fechar com giro financeiro de R$ 2,7 bilhões.

A queda nos preços de matérias-primas foi puxada pelo petróleo, cujo preço do barril despencava cerca de 5,2%, após a solução da disputa de gás entre a Rússia e a Ucrânia e com o cessar-fogo entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, que reduziram as preocupações com relação à demanda.

Além de Petrobras, que caiu 1,44%, a R$ 23,93, o índice também foi pressionado pelas perdas de ações dos set ore de telefonia e eletricidade.

Câmbio

O feriado em Wall Street também esvaziou o mercado de câmbio brasileiro nesta segunda-feira, limitando o número de negócios e distorcendo a formação da taxa. A moeda norte-americana encerrou o dia com uma desvalorização de 0,47%, cotada a R$ 2,333. A explicação é do operador da Dascam Corretora de Câmbio, Luiz Fernando Moreira.

Confirmando a percepção do operador, o giro interbancário foi de US$ 562 milhões, quase cinco vezes menor que os US$ 2,53 bilhões da sexta-feira.

O Banco Central também voltou a vender moeda no mercado à vista, a R$ 2,3301, e também rolou integralmente um lote de 51 mil contratos de swap que vencem em fevereiro, movimentando US$ 2,51 bilhões. A autoridade monetária também comunicou que sondará o mercado ainda hoje para novo leilão de swap na terça-feira.

Na roda de "pronto" da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a moeda teve desvalorização de 0,47%, fechando também a R$ 2,332. O giro financeiro somou US$ 143 milhões, 40% menor que o observado na sexta-feira.

Segundo Moreira, os negócios realizados ao longo do dia foram bastante restritos, com as empresas esperando o retorno dos negócios em Wall Street para fechar suas operações de câmbio. Outro sinal da falta de giro foi a estreita banda de oscilação, que ficou entre R$ 2,312 na mínima e R$ 2,342 na máxima.

Na avaliação do operador, a taxa deve ficar entre R$ 2,35 a R$ 2,40 no curto prazo, com tendência de alta, caso o noticiário externo no decorrer da semana resulte em maior aversão ao risco.

(Com informações do Valor Online)

Leia tudo sobre: bolsa e dóalr

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG