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Bovespa fecha em queda e passa a acumular perdas no ano; dólar sobe

Depois de um dia de alta, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) iniciou o mês de julho em queda de 2,49%, a 63.396 pontos. Com esse resultado, a bolsa paulista passa a acumular variação negativa de 0,77% no ano. Hoje a Bovespa atingiu o menor patamar desde 15 de abril.

Redação com agências |

 

A valorização do petróleo foi um dos fatores que influenciou os mercados internacionais. Em Nova York, Nasdaq e Dow Jones operaram em queda ou perto da estabilidade durante o dia.

A pressão vendedora de ações foi turbinada pela intensa volatilidade das bolsas internacionais. Em meio a notícias de empresas financeiras como a agência de classificação de risco Moody's e o banco UBS, o principal índice europeu de ações caiu ao menor nível desde outubro de 2005.

No meio do dia, Wall Street reverteu para cima, no encalço de dados econômicos da economia dos Estados Unidos e de números de vendas da montadora General Motors, que vieram acima das expectativas. O índice Dow Jones subiu 0,28%.

Essa reviravolta não foi acompanhada na bolsa paulista, onde os investidores preferiram olhar para os preços recordes do petróleo e para notícias corporativas domésticas para manterem-se na ponta vendedora, segundo operadores.

As ações de companhias aéreas caíram novamente, em meio ao temor de aumento de custos com combustíveis. As preferenciais da TAM lideraram a ponta negativa do Ibovespa, desabando 7,5%. Em 2008, a queda já supera dos 40%. Na mesma trilha, as preferenciais da Gol perderam 7,3%, a R$ 16,61.

Outro destaque baixista ficou com as ações ordinárias do Banco do Brasil, com recuo de 5,74%, a R$ 24,65, depois de o Conselho Monetária Nacional (CMN) ter recomendado, na véspera, dobrar a participação do capital estrangeiro no capital do banco, abrindo a porta para a realização de uma nova oferta pública de ações.

Para completar, as preferenciais da Vale, que estão entre as de maior peso no Ibovespa, perderam 3,5%, valendo R$ 46,04, no dia em que a companhia confirmou interesse na compra de unidades da mineradora Paranapanema. As preferenciais desta última deram um salto de 10,8% por cento, a R$ 8,20.

Dólar

Pelo segundo pregão consecutivo, o dólar ganha valor ante o real. A recuperação está alinhada com o dia negativo para os outros mercados brasileiros, que assimilam as projeções negativas provenientes da elevada inflação mundial e das expectativas de perdas no setor financeiro norte-americano e europeu.

O dólar comercial fechou negociado a R$ 1,605 na venda, alta de 0,50%. A taxa máxima registrada durante a sessão foi de R$ 1,614 e a mínima, de R$ 1,602.

Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM & F), a moeda fechou com valorização de 0,44%, a R$ 1,604. O volume financeiro foi de US$ 286,5 milhões. Na segunda-feira, a moeda fechou a R$ 1,597, ganho de 0,12%.

Com informãções da Agência Estado, Reuters e Valor Online

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