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Bovespa fecha em queda de 0,93%; dólar sobe 0,92%

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, trabalhou toda a segunda-feira em baixa e fechou o dia aos 55.162,1 pontos, em queda de 0,93%. No ano, até esta segunda, acumula perdas de 13,66%.

Redação com agências |


O feriado norte-americano do Dia do Trabalho proporcionou um pregão atípico para a Bovespa, diante da liquidez baixíssima. A desvalorização das commodities (matérias-primas) guiou os negócios e patrocinou a queda do principal índice, que também mirou de longe o desempenho negativo das bolsas européias.

O giro financeiro somou R$ 1,998 bilhão, o menor de 2008 (a marca anterior, de 25 de agosto, era de R$ 2,581 bilhões). Isso também significa dizer que qualquer negócio teve peso ampliado para mexer no índice, sinal de que o pregão foi distorcido em relação ao que acontece normalmente na bolsa.

Segundo um operador do mercado, embora o pregão tenha sido "um ponto fora da curva", não dá para dizer que setembro, que "oficialmente começa amanhã" para a Bovespa, vai ser um mês mais tranqüilo do que foi agosto.

"Teremos mais do mesmo, ou seja, muita volatilidade e incerteza com a manutenção dos problemas nos EUA. É preciso que o dinheiro volte para a Bovespa ganhar fôlego", resumiu. Com o enfraquecimento do Gustav e a agenda tranqüila, Nova York pode voltar ao trabalho nesta terça-feira com vigor para ir às compras - e beneficiar o mercado local.

Dólar

O dólar fechou em alta de quase 1% nesta segunda-feira acompanhando os movimentos do cenário externo em sessão esvaziada pelo feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. A moeda norte-americana subiu 0,92%, cotada a R$ 1,647.

"Apesar do feriado nos Estados Unidos, todas as moedas estão perdendo frente ao dólar e estamos acompanhando este movimento do mercado internacional", afirmou Mario Battistel, gerente da Fair Corretora.

Battistel ainda explicou que a baixa liquidez da sessão, causada pelo feriado norte-americana e a falta de indicadores domésticos de peso, amplifica as oscilações no mercado cambial.

No meio da sessão, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado á vista. A autoridade monetária definiu a taxa de corte a US$ 1,6457 e aceitou, segundo operadores, ao menos uma proposta.

(Com informações da Agência Estado e da Reuters)

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