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Bovespa fecha em leve alta de 0,5%

SÃO PAULO - Depois de dois dias de perdas acentuadas a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) se descolou da instabilidade e voltou a fechar em território positivo.

Redação com agências |

 

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O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,50%, aos 49.842,99 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 49.598 pontos (+0,01%) e a máxima de 50.747 pontos (+2,33%). No mês, a Bolsa acumula perdas de 10,48% e, no ano, de -21,98%. O giro totalizou R$ 4,026 bilhões. Os dados são preliminares.

Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN subiu 3,72%, para R$ 34,49; Vale PNA avançou 1,87%, para a R$ 34,15; BM & FBovespa ON teve alta de 1,79%, para R$ 8,50; Bradesco PN valorizou 0,65%, a R$ 29,39; e Vale ON subiu 1,72%, para R$ 39,50.

Em Wall Street, depois de muito sobe e desce, o índice Dow Jones recuou 0,27%, aos 10.825,17 pontos, o S&P recuou 0,20%, aos 1.185,87 pontos, e o Nasdaq subiu 0,11%, aos 2.155,68 pontos. Na Bolsa de Nova York, em meio ao debate para aprovação do pacote de socorro do governo norte-americano ao sistema financeiro, no Congresso dos EUA, os investidores se animaram pela manhã com a notícia de que o investidor Warren Buffett decidiu injetar US$ 5 bilhões no banco Goldman Sachs, com opção de um outro aporte de igual valor.

Além disso, o banco anunciou que, separadamente, levantou mais US$ 5 bilhões em uma oferta pública de ações. As ações do Goldman subiram, mas o efeito não se espalhou pelo sistema financeiro, onde outras informações, negativas, pesaram sobre os negócios.

Uma delas foi a de que a seguradora AIG vai mesmo ter que acessar os US$ 85 bilhões que o governo dos EUA colocou à disposição da empresa, uma vez que não encontrou interessados em investir nela. Também a Washington Mutual, a maior instituição de poupança no país, fechou em baixa, depois que seu rating de contraparte foi rebaixado pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, o que pode aproximar a instituição financeira de dificuldade semelhante à da AIG.

a semana passada, foi justamente à revisão em baixa do rating que degringolou as condições da empresa, forçando a seguradora a disponibilizar US$ 14,5 bilhões em garantias. Com o mercado de crédito fechado e seu caixa comprometido, o governo americano foi obrigado a socorrer a seguradora. Também não agradou o indicador de vendas de vendas de imóveis usados nos EUA em agosto, que caiu 2,2%, para 4,91 milhões de unidades.

Dólar

A moeda norte-americana volta a ganhar valor ante real, com a instabilidade no cenário internacional e a expectativa de piora nas contas externas criando espaço para formação de apostas conta a moeda brasileira.

O dólar fechou com alta de 1,20%, cotado a R$ 1,851. No acumulado de setembro, o dólar já subiu 13,29%.

O mercado interbancário doméstico de câmbio acompanhou a trajetória do dólar no exterior, que também se valorizou em relação a outras divisas. Indicação do presidente do banco central americano (Fed), Ben Bernanke, de que a taxa básica de juro nos Estados Unidos não deve cair, e pode até ser até elevada se os mercados se estabilizarem, deu força ao dólar.

(Com informações do Valor Online e Agência Estado)

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