SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tenta recuperar parte das perdas acentuadas da sessão de ontem. Por volta das 11h40, o Ibovespa apontava alta de 0,29%, aos 39.

961 pontos, com giro financeiro em R$ 316 milhões.

Em Wall Street, Dow Jones e Nasdaq começam o dia com leve valorização de 0,08% e 0,31%, respectivamente. Já o S & P 500, que concentrou atenções ontem depois cair abaixo dos 800 pontos, ganhava 0,33%, para 791 pontos.

Enquanto aguardam os detalhes do plano de ajuda aos mutuários de hipotecas, os investidores americanos digerem uma rodada de indicadores econômicos. A construção de novas moradias caiu 16,8% em janeiro, os preços de importação recuaram 1,1% no mês passado, refletindo o menor preço do petróleo. E a produção industrial diminuiu 1,8% na abertura do ano, puxada pelo setor automobilístico.

O dia ainda reserva discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, e a ata da reunião do colegiado do Fed realizada em 28 de janeiro.

Por aqui, foco no vencimento do Ibovespa futuro. O contrato para fevereiro será liquidado e a referência passa a ser o índice para abril. Segundo operadores, as principais séries de exercício estavam aos 40 mil, 41 mil e 42 mil pontos.

No mercado de câmbio, o pregão é instável, e o dólar volta a perder valor ante o real depois de ensaiar alta. Há pouco, a moeda era negociada a R$ 2,327 na venda, baixa de 0,04%.

Dentro do Ibovespa, Petrobras PN subia 0,22%, para R$ 26,46, e Vale PNA ganhava 0,48%, para 29,20. Com o terceiro maior volume do dia, BM & FBovespa ON aumentava 0,15%, para R$ 6,52.

Os bancos também passam por recuperação assim como as siderúrgicas. Itaú PN aumentava 1,50%, a R$ 24,26, e Gerdau PN valorizava 1,34%, a R$ 15,10.

Na ponta vendedora, Eletropaulo PNB perdia 1,83%, a R$ 26,80, Celesc PNB perdia 1,42%, a R$ 32,44, e Telemar ON recuava 1,39%, a R$ 33,13.

Fora do índice, o destaque, mais um vez, está com o papel ON da Positivo, que subia 25,36%, para R$ 8,65. Na segunda-feira, o papel disparou quase 80% em meio a rumores de compra; ontem caiu mais de 25%, e hoje o assunto de compra volta à tona depois que um executivo da Lenovo disse em entrevista a um jornal chinês que a empresa mantém a estratégia de aquisições, mas não especificou possíveis alvos.

(Valor Online)

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