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Bovespa encerra 6° pregão com valorização; dólar segue abaixo de R$ 2,20

SÃO PAULO - O bom desempenho das ações da Vale e das siderúrgicas levou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) para o sexto pregão seguido de alta, seqüência não observada desde fevereiro do ano passado. A Bovespa encerrou esta terça-feira com uma valorização de 1,91%, a 42.312 pontos. A valorização em 2009 é de 12,68%, ou 4.762 pontos. O giro financeiro segue elevado, somando R$ 4,28 bilhões.

Redação com agências |

 

Os ativos relacionados às commodities também ganharam destaque nesta segunda-feira, quando saíram notícias apontando que a China retomaria as importações de algumas matérias-primas na modalidade "toll trading" , na qual o país importa recursos básicos, processa e exporta.

Para o operador-sênior da TOV Corretora, Décio Pecequilo, ainda é cedo para afirmar que o pior da crise já ficou para trás. "Mas quem fica só olhando o mercado já perdeu um alta de 12%", avalia.

Por outro lado, o operador acredita que, em breve, o mercado passará por uma correção técnica, movimento natural depois de tal seqüência de valorização.

Segundo o especialista, a melhora de humor está apoiada na expectativa otimista com a chegada de Barack Obama à Casa Branca. E a sinalização é de que o presidente já chegará trabalhando, com um plano de cerca de US$ 1 trilhão divididos em redução de impostos e obras de infra-estrutura.

Ainda de acordo com Pecequilo, os estrangeiros estão de volta à ponta compradora e a maior prova disso são os papéis de maior peso sustentando a valorização da Bovespa. Para ilustrar, em três dias, a ação PNA da Vale já ganhou 21,18%.

Números do dia

Puxando os ganhos, Vale PNA teve alta de 3,53%, aos R$ 28,99. Bom desempenho também para o ativo PN da Petrobras, valorização de 1,19%, a R$ 25,40.

As  siderúrgicas reafirmam os ganhos da segunda-feira. CSN ON avançava 5,78%, para R$ 36,55, e Gerdau PN 4,17%, a R$ 17,71.

Os bancos superaram as perdas da manhã e também fecharam o dia com valorização. O ativo PN do Itaú avançou 3,83%, para R$ 30,06, Bradesco PN 3,03%, a R$ 25,45, e Banco do Brasil ON 6,08%, valendo R$ 16,21.

Câmbio

Com quatro dias seguidos de queda, o dólar comercial firma posição abaixo dos R$ 2,20. O recuo é atribuído à entrada de recursos no país e à redução nas apostas contra o real no mercado futuro. Nesta terça-feira, a moeda norte-americana fechou os negócios a R$ 2,182, uma desvalorização de 3,28%.

(Com informações do Valor Online)

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