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SÃO PAULO - Tomando como base a movimentação no mercado futuro, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) deve dar continuidade ao movimento de alta, marcando o terceiro pregão seguido de valorização. Há pouco, o Ibovespa com vencimento em abril apontava ganho de 1,60%, aos 41.

250 pontos.

Dia positivo também se desenha em Wall Street, com os investidores dando continuidade às compras seguindo a reunião do Federal Reserve (Fed), banco central americano, que surpreendeu positivamente, ontem ao ampliar as medidas de estímulo ao crédito e à liquidez.

A autoridade monetária passará a comprar títulos do Tesouro, ampliou a compra de títulos e dívidas das agências hipotecárias e implementou um linha voltada a estimular o crédito para empresas e pessoas físicas.

Na agenda do dia, os pedidos por seguro-desemprego, o índice de atividade do Fed da Filadélfia e o índice de indicadores antecedentes.

Na Europa, os agentes reagem hoje às decisões do BC americano. Com destaque para bancos e mineradoras, o FTSE-100, da Bolsa de Londres, ganhava 1,93%. Já em Frankfurt, o Xetra-DAX aumentava 2,18%.

Entre as commodities, o barril de WTI opera próximo dos US$ 51 e o ouro aponta para cima. No câmbio, o dólar perde valor para iene e também cai ante o real, testando preços não observados em mais de um mês. Há pouco, a moeda era negociada a R$ 2,229 na venda, queda de 0,97%.

A quarta-feira começou com perdas aqui e em Wall Street, mas seguindo a divulgação do Fed o humor virou, puxando os investidores para a ponta compradora. Por aqui, o Ibovespa apontou alta de 1,60%, para 40.142 pontos. O giro financeiro somou R$ 4,58 bilhões.

Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse, na sigla em inglês), o Dow Jones ganhou 1,23%, para 7.486 pontos. O S & P 500 teve acréscimo de 2,09%, a 794 pontos. E o Nasdaq Composite valorizou 1,99%, a 1.491.

Na Ásia, a quinta-feira acabou sem tendência única.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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