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Bovespa avança 0,92% e dólar recua 0,79% na espera por dados dos EUA

SÃO PAULO - O mercado doméstico sinaliza melhora de humor nesta jornada, com recuo da cotação do dólar e valorização na bolsa paulista. A falta de liquidez continua conduzindo as variações, assim como o humor externo.

Valor Online |

A confirmação das expectativas para a retração do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA, de 0,5% no terceiro trimestre, também trouxe tranqüilidade para as operações.

Há pouco, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) indicava alta de 0,92%, aos 37.964 pontos. O volume continua irrisório: de apenas R$ 418 milhões. Subindo desde a abertura, o índice marcou 38.004 pontos na máxima registrada até agora.

No câmbio doméstico, o fluxo de negócios continua pequeno e a moeda é negociada a R$ 2,3740 para compra e R$ 2,3760 para a venda, com baixa de 0,79%. Depois de ter avançado mais de 1% um dia antes, hoje a moeda registra recuo desde a abertura, tendo marcado R$ 2,3650 na mínima do dia.

Analistas continuam reforçando que a semana encurtada pelo Natal esvaziou os pregões, que estão mais voláteis e menos fundamentados. "Qualquer movimento mais forte de posição negociada acaba influenciando positiva ou negativamente a moeda", diz André Albo, analista da XP Investimentos.

Segundo ele, a cotação da moeda continua imprevisível, mas a trajetória de baixa nesta jornada pode estar amparada no humor mais leve das bolsas européias e da bolsa paulista.

Na Bovespa, os investidores em atuação continuam atentos ao desempenho das bolsas de Nova York após a abertura e a indicadores do setor imobiliário e de confiança dos consumidores. Há instantes, o Dow Jones aumentava 0,29%, o S & P 500 tinha elevação de 0,28% e o Nasdaq marcava alta de 0,15%
Bruno Lembi, sócio da M2 Investimentos, comenta que a imprevisibilidade continua sendo a tônica nesta jornada para o mercado acionário. Sem dados de relevo no cenário doméstico, a trajetória do Ibovespa deve depender do humor externo e da avaliação sobre os dados previstos para hoje.

Até o momento, a contração de 0,5% do PIB americano no terceiro trimestre não gerou grandes movimentos, até porque isso ficou dentro do esperado para a última revisão do indicador.

No âmbito interno, Lembi também não vê movimentos pontuados por fundamentos. As baixas para o setor siderúrgico, por exemplo, que já vinham fortes ontem, continuam hoje. "É um caso típico de embolso de lucro, pois esses papéis andaram muito nas últimas semanas. É uma realização normal", avalia.

Minutos atrás, as ações da Usiminas cediam 2,92% (R$ 26,19) e as da CSN recuavam 0,45% (R$ 28,37). Entre as ações de maior relevância no índice, os ativos PNA da Vale se recuperavam e tinham alta de 0,58% (R$ 24,23); Petrobras PN ganhava 1,67% (R$ 22,54); Bradesco PN subia 2,11% (R$ 24,15) e BM & FBovespa aumentava 1,86% (R$ 6,01).

(Bianca Ribeiro | Valor Online)

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