SÃO PAULO - Alinhada ao melhor humor externo e ao ambiente de menor aversão ao risco, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) passa por um pregão de recuperação nesta terça-feira, depois de cair para patamar não observado desde dezembro do ano passado na sessão de ontem. Com cerca de meia hora de pregão, o Ibovespa ganhava 1,04%, para 36.

609 pontos, com giro financeiro em R$ 277 milhões.

Em Wall Street, as compras também acontecem depois que o Dow Jones fechou em mínimas não verificadas desde 1997. Há pouco, o indicador avançava 1,16%, para 6.841 pontos, e o Nasdaq tinha elevação de 1,44%. O S & P 500 aumentava 1,40%, a 710 pontos.

Sem indicadores de grande relevância no dia, a atenção recai nos discursos do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke, e do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner.

Confirmando a menor aversão ao risco, o dólar perde valor para o euro, o ouro opera em baixa e o petróleo acena com valorização. Tal cenário estimula a compra de ações no mercado brasileiro e também leva os agentes a reduzir as posições em moeda estrangeira. Há pouco, o dólar valia R$ 2,419 na venda, queda de 0,94%.

Dentro da Bovespa, Petrobras PN lidera o volume subindo 1,15%, a R$ 25,31. Vale PNA ganhava 1,30%, a R$ 25,58, e CSN ON aumentava 1,95%, a R$ 29,66.

Os bancos também recuperam valor. Brasdesco PN tinha acréscimo de 1,15%, para R$ 20,13, e Itaú PN valorizava 0,85%, a R$ 21,18.

Destaque de alta para Embraer ON, com alta de 4,74%, a R$ 6,40. Cosan ON subia 2,60%, a R$ 9,98, e TAM PN avançava 2,22%, a R$ 15,60.

Na ponta vendedora, Celesc PNA declinava 1,84%, a R$ 31,41. Gafisa ON cedia 1,56%, a R$ 8,83, e Telemar ON recuava 1,15%, para R$ 34,10.

(Valor Online)

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