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Bovespa agora briga para manter os 40 mil pontos

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) luta para permanecer descolada da instabilidade externa e garantir um pregão de valorização. Apoiado mais uma vez nos papéis da Vale, Petrobras e siderúrgicas, por volta das 17h30 o Ibovespa apontava alta de 0,66%, aos 40.

Valor Online |

010 pontos, com giro financeiro em R$ 4,76 bilhões.

Já em Wall Street, o Dow Jones passou a operar em território negativo, prejudicado pela forte queda nas ações do Bank of America. Kraft Foods e Walt Disney, também perdiam valor de forma acentuada depois de fracos resultados trimestrais. Há pouco, o indicador caía 1,62%. O Nasdaq também virou de direção, e perdia 0,33%
Essa virada de humor nas bolsas norte-americanas tirou o Ibovespa das máximas do dia, registradas acima os 41.400 pontos.

As ações PNA da Vale sustentam o índice, apontando alta de 4,44%, aos 30,29. O ativo ON subia 5,57%, a R$ 35,80. Entre as siderúrgicas, Gerdau PN ganhava 4,81%, a R$ 16,34, e CSN ON se valorizava 4,18%, a R$ 37,86.

Petrobras PN aumentava 0,19%, a R$ 25,63. O preço do petróleo mudou de direção e passou a valer menos de US$ 40 o barril de WTI. Desempenho positivo para Bradesco PN , que subia 2,85%, a R$ 20,88, e Itaú PN, que ganhava 1,78%, a R$ 23,40.

Puxando as perdas, Rossi ON desabava 15,44%, a R$ 4,05, prejudicando, assim, todo o setor de construção. Cyrela ON perdia 5,76%, a R$ 9,79. Gafisa ON caía 4,54%, a R$ 12,60.

(Valor Online)

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