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China aumenta reservas de divisas

As reservas em divisas da China, as maiores do mundo, totalizavam 1,95 trilhão de dólares no fim de dezembro, informou o Banco Central.

AFP |

A moeda norte-americana ganhou ante o real, mas respeitou os R$ 2,30. E os juros futuros fecharam estáveis, com os investidores consolidando as apostas de redução de juros.

As matérias-primas tiveram forte correção de baixa com os agentes deixando de lado o pouco de confiança na possibilidade de retomada econômica ainda em 2009. Mesmo com ameaças de corte de produção, o barril de WTI caiu pelo quinto dia consecutivo, e vale menos de US$ 38.

Como a bolsa brasileira é uma bolsa de commodities, ou seja, seus principais papéis estão relacionados ao setor, não é possível escapar do sinal externo. Com Petrobras, Vale e siderúrgicas em baixa, o Ibovespa cedeu 5,24%, fechando aos 39.403 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 3,39 bilhões.

Cabe lembrar que esses mesmos papéis foram responsáveis pela puxada de alta observada nos primeiros dias de 2009, quando em três sessões o Ibovespa saiu dos 37.500 pontos para cima dos 42.300 pontos.

Em Wall Street a falta de indicadores relevantes deixou os negócios pautados pela expectativa quanto aos resultados da Alcoa, que deu a largada na temporada de resultados do quarto trimestre perdendo US$ 1,2 bilhão, ou US$ 1,49 por ação, contra ganho de US$ 632 milhões, em igual período de 2007. Ao final do pregão, o Dow Jones registrava queda de 1,46%, enquanto o Nasdaq perdia 2,09%.

O setor financeiro também caiu de forma acentuada em função da preocupação com o Citigroup, desde a sexta-feira o papel voltou ao foco dos investidores em meio a rumores de saída do presidente e negociação de fusão dos negócios de corretora com o Morgan Stanley.

O câmbio também refletiu o ambiento externo negativo e as commodities mais baratas e ganhou valor ante o real. No entanto a atuação do Banco Central no mercado à vista, a primeira de 2009, segurou o preço abaixo de R$ 2,30.

Depois de bater R$ 2,33 na máxima, as compras perderam um pouco de força e o dólar comercial encerrou negociado a R$ 2,294 na compra e R$ 2,296 na venda, ainda assim com alta de 1,05%.

Além da intervenção à vista, o BC comunicou que fará leilão de linha (venda com compromisso de recompra) nesta terça-feira.

Na roda de " pronto " da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a divisa teve valorização de 1,09%, fechando a R$ 2,2959. O giro financeiro somou US$ 243,5 milhões. O giro interbancário foi forte, somando US$ 3 bilhões, cerca de seis vezes maior que o observado na sexta-feira.

Os juros futuros passaram por realização de lucros no começo do dia, mas a tendência de queda falou mais alto, já que mais elementos estimulam as apostas de corte de juros entre 0,5 ponto e 0,75 ponto percentual na taxa Selic.

Mais uma vez a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi rebaixado e pelo lado da inflação, os preços no acatado tiveram variação negativa na primeira prévia de janeiro.

Ao final do pregão na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), o contrato de Deposito Interfinanceiro (DI) com o vencimento para janeiro de 2010, o mais líquido, apontava estabilidade a 11,59%. O contrato para janeiro 2011 caiu 0,03 ponto, a 11,64%, e janeiro 2012 marcava 11,76%, sem alteração.

Na ponta curta, o contrato para março de 2009 ganhou 0,01 ponto percentual, para 13,11%, enquanto o DI para julho de 2009 recuou 0,01 ponto, projetando 12,28% ao ano.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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