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Bovespa abre em baixa, de olho no petróleo; dólar tem baixa

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em baixa hoje, influenciada pelo mercado internacional, com os investidores estrangeiros, mais uma vez, ditando o ritmo dos negócios na Bolsa paulista. Tudo vai depender dos gringos, disse um operador.

Redação com agências |

 

Às 10h10 (de Brasília), o índice Bovespa caía 0,58%, a 59.904 pontos, na mínima do dia até o momento.

A forte alta do petróleo no exterior nesta manhã, que opera acima do inédito nível de US$ 146,00 o barril e já renovou a cotação recorde durante a sessão de hoje, pressiona os mercados financeiros. Segundo analistas, a queda do dólar e a perspectiva de greve de petroleiros no Brasil, na Bacia de Campos, além da suspensão do cessar-fogo na Nigéria, anunciado ontem, são os principais motivos da alta hoje. O contrato futuro do petróleo tipo WTI já bateu novo recorde nesta manhã, ao atingir US$ 145,90 o barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). Em Londres, o contrato futuro com mesmo vencimento do petróleo tipo Brent também renovou a máxima histórica, chegando a US$ 147,25 o barril.

Porém, as ações da Petrobras podem ser beneficiadas com o avanço do petróleo no mercado internacional e, com isso, puxar o índice paulista para o terreno positivo, já que a ação tem relevante peso na composição do Ibovespa. Por volta das 10h10 (de Brasília), as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da estatal petrolífera subiam 1,77% e 1,25%, respectivamente.

Além do petróleo, continuam as preocupações com a situação cada vez mais complicada dos bancos e das instituições financeiras. Os investidores estão de olho nos balanços corporativos que serão anunciados nos EUA, os quais podem mostrar como anda a maior economia do planeta.

Vale

Começa hoje o período de reserva de ações da oferta global de ações da mineradora Vale. A empresa pretende colocar no mercado até 445,989 milhões de papéis, sendo 256,926 milhões de ações ON e 164,402 milhões de papéis PN classe A (PNA) e até 24,660 milhões de ações PN suplementares.

Mesmo com o momento adverso das bolsas, a expectativa é de que a operação seja bem sucedida, inclusive, com forte presença de investidores estrangeiros. A possibilidade de que a operação global fique abaixo do teto de US$ 15 bilhões, em função da queda das cotações das ações, também não preocupa, uma vez que, segundo a empresa, esta captação é parte de um processo de capitalização para realizar investimentos estratégicos, conforme já deixou claro em comunicados. Por volta das 10h10 (de Brasília), as ações ON e PNA da mineradora caíam 0,96% e 0,72%, respectivamente.

Dólar

O dólar comercial estava por volta das 10h15 a R$ 1,607, em baixa de 0,19%. Na abertura, marcou R$ 1,609.  

Ontem, o dólar comercial fechou com valorização de 0,06%, a R$ 1,609 a compra e R$ 1,611 na venda.

Com informações da Agência Estado e do Valor Online

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