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Bovespa abre em baixa com queda do petróleo

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) abriu, nesta terça-feira, com queda de 0,78%, aos 57.731 pontos, após ter registrado ontem baixa de 0,93%, fechando em 55.162 pontos, com giro financeiro de R$ 1,99 bilhão.

Redação com Agência Estado |

 

Enquanto a forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional anima a abertura das Bolsas em Nova York e sustenta os ganhos nos mercados europeus, aqui o efeito é inverso por causa da  concentração das ações da Petrobras no Ibovespa, pressionando o índice para baixo.

O petróleo atingiu nesta manhã o menor nível em cinco meses, depois que o furacão Gustav chegou à região rica em petróleo do Golfo do México com menos força que o temido. Os metais básicos e preciosos seguem na esteira do petróleo, pressionados adicionalmente pela valorização do dólar ante o euro.

Com as commodities em baixa, os investidores americanos, que voltaram hoje das férias de verão, se sentem estimulados a comprar ações, especialmente de setores beneficiados pelo petróleo mais barato, como companhias aéreas.

Na Bovespa, a expectativa é de que volume financeiro melhore em setembro com o fim das férias de verão no hemisfério norte, mas o aumento do fluxo vai depender do desempenho da economia global e do comportamento das commodities. Se o mercado nos EUA sustentar uma alta firme durante o dia pode ajudar a limitar as perdas na Bovespa.

DÓLAR
Por volta das 10h da manhã, o dólar era negociado a R$ 1,662, com alta de 0,91%. A moeda continua tirando vantagem dos problemas econômicos dos países desenvolvidos e registra valorização ante as principais moedas estrangeiras. A queda do preço do petróleo, negociado a US$ 108 o barril em Londres e Nova York, também sustenta o dólar.

No Brasil, o farol tem sido a relação entre o dólar e o euro. E hoje, mais uma vez, a moeda americana está em vantagem, o que tende a levar o real a desvalorizar também. Os investidores devem focar o fluxo de recursos. Habitualmente, o início do mês é forte em exportações e os últimos dados da balança comercial mostram números vigorosos nessa variável.

O mercado doméstico também está na expectativa de que, com o fim das férias no Hemisfério Norte, o fluxo financeiro de dólares possa aumentar.

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