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Bovespa abre em alta e já sobe mais de 2%

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mostra uma forte recuperação na abertura dos negócios hoje, interrompendo uma sequência de quatro pregões seguidos de baixa, se ajustando à melhora das Bolsas norte-americanas na última hora do pregão de ontem, quando o mercado local já estava fechado, na esteira da notícia de que o governo dos Estados Unidos estuda a criação de um programa para subsidiar compradores de imóveis residenciais em dificuldades. Às 11h07 (de Brasília), o índice Bovespa subia 2,58%, na máxima de 41.

Agência Estado |

546 pontos.

A recuperação das Bolsas em Wall Street ontem - o índice Dow Jones fechou em leve baixa de 0,09%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq 100 tiveram alta - veio depois do fechamento do Ibovespa, que terminou a sessão em baixa de 0,84%. Mas teve forte repercussão no nas negociações eletrônicas após o horário regular (after market), nas quais as ações da Vale e da Petrobras fecharam no limite de alta (a variação máxima permitida é de 2%). Com isso, deve esquentar ainda mais a briga entre comprados e vendidos nessa véspera de vencimento de opções sobre ações, que acontecem na próxima segunda-feira (dia 16). Na quarta-feira (dia 18), tem o vencimento de índice futuro, que tende a ter uma movimentação maior.

Por causa do jogo do vencimento na próxima semana, a tendência da Bolsa é trabalhar mais descolada do mercado internacional, com maior volatilidade.

Relatório do BB Investimentos distribuído a clientes destaca que a possibilidade de um programa de ajuda aos mutuários nos EUA poderia ser uma "luz no fim do túnel" para os consumidores norte-americanos e trazer alívio aos mercados financeiros, podendo transformar-se na "tábua de salvação". "Porém, como todos os pacotes anteriores sofreram modificações e não foram considerados satisfatórios, é preciso acompanhar atentamente o noticiário desta sexta-feira", observa o BB Investimentos.

A Câmara e o Senado dos EUA devem votar hoje a versão final do pacote de estímulo à economia de US$ 789 bilhões. Do lado macroeconômico, está previsto apenas o dado preliminar de fevereiro do sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. Ao mesmo tempo, os investidores vão acompanhar atentamente a reunião do G-7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo), em Roma, que conta com a participação do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, também participará da reunião.

Ações

No cenário corporativo, os investidores também encontram boas notícias. A Vivo anunciou esta manhã que lucrou R$ 215,5 milhões no quarto trimestre do ano passado, o que representa um crescimento de 722,5% em relação ao igual período de 2007.

Ontem à noite, a Redecard também reportou lucro de R$ 343,1 milhões, equivalente a uma expansão de 52,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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