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Bolsas oscilaram, mas tiveram alta nos EUA ontem

SÃO PAULO - Em sessão bastante volátil, as bolsas de Nova York conseguiram avançar mais de 6% no fechamento do pregão, depois de terem caído mais de 3% ao longo do dia. Foi a primeira alta após três sessões de perdas.

Valor Online |

Novas previsões econômicas ruins foram mescladas com resultados de empresas que, em alguns casos foram razoáveis e, em outros, preocupantes. Mas o ponto determinante para a recuperação veio do setor de energia e das petrolíferas, cujas ações estavam muito baratas e incentivaram as compras.

O Dow Jones subiu 6,67%, aos 8.835 pontos. O Nasdaq avançou 6,5%, para 1.596 pontos. O Standard & Poor´s 500 fechou aos 911 pontos, com ganho de 6,92%. Foram as variações mais acentuadas em Wall Street em quase duas semanas.

As ações da Exxon Mobil avançaram 9,40%, acompanhadas de outros papéis do setor como os da Chevron, que subiram 12,53%. Também tiveram bom desempenho os papéis da consultoria imobiliária CB Richard Ellis, que avançaram 42,97%.

Entre as blue chips, as ações da Caterpillar subiram 12,34%, os papéis do Bank of America tiveram alta de 0,59% e os da General Electric (GE) ganharam 3,5%. A avaliação dos agentes é de que finalmente o mercado começa a se conformar que as empresas terão desaceleração, mas continuarão sendo grandes companhias com potencial de recuperação.

As bolsas européias ensaiaram recuperação, mas encerraram em trajetórias divergentes. Apesar de novos dados ruins da economia global, ganhos de empresas da região equilibraram o humor dos agentes.

O FTSE-100, de Londres, fechou em baixa de 0,31%, aos 4.169 pontos. Já o DAX, de Frankfurt, subiu 0,62%, para 4.649 pontos. Em Paris, o CAC-40 fechou aos 3.269 pontos, com valorização de 1,10%. O índice de blue chips Eurofirst 300 fechou em queda de 0,16% (852 pontos)
Em meio a novas projeções de retração nas maiores economias do mundo, feitas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o mercado também recebeu novos dados mostrando que a Alemanha já está tecnicamente em recessão.

Com a forte baixa verificada nos últimos dias, os agentes monitoraram também alguns bons resultados corporativos, que permitiram ganhos em Frankfurt e Paris.

(Valor Online, com agências internacionais)

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