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Bolsas no mundo tiveram dia mais calmo ontem à espera do plano dos EUA

SÃO PAULO - Em meio à espera pela aprovação do pacote de ajuda do governo americano, as bolsas mundiais tiveram um dia mais calmo, marcado por oscilações mais modestas do que nos pregões anteriores. O investimento do bilionário Warren Buffett no banco Goldman Sachs, anunciando na noite de anteontem, trouxe um certo alívio ao mercado, mas o que falou mais alto foram as discussões sobre o pacote.

Valor Online |

O índice Dow Jones, principal indicador da Bolsa de Valores de Nova York, fechou com queda de 0,3%, para 10.825,17 pontos. O Standard & Poor´s 500 caiu 0,2%, para 1.185,99 pontos. O eletrônico Nasdaq foi na contramão e fechou o dia aos 2.155,68 pontos, com ligeira alta de 0,1%.

Ontem, autoridades americanas voltaram a insistir para que o Congresso aprove logo o pacote de resgate. O presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, afirmou inclusive que a inércia poderia ter um impacto pior na atividade econômica. Nesse cenário de incerteza quanto às ações para sustentar a liquidez das operações financeiras, os papéis dos bancos continuam sofrendo. Citigroup perdeu 5,1% e Bank of America caiu 0,7%.

Os papéis da AIG despencaram 33%. A seguradora confirmou ontem que fará uso do empréstimo de US$ 85 bilhões do Fed, uma vez que não conseguiu fontes privadas de financiamento.

Na Europa, as ações das principais empresas fecharam em queda também influenciadas pela expectativa sobre o pacote. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,53%, para 1.102 pontos, recuando pela terceira sessão consecutiva. Entre os principais mercados, a Bolsa de Londres fechou em baixa de 0,79%, a 5.095 pontos. Na Alemanha, o o índice DAX recuou 0,26%, para 6.052 pontos. Já a Bolsa de Paris, caiu 0,61%, para 4.114 pontos.

(Valor Econômico, com agências internacionais)
" A aprovação do plano pelo Legislativo é absolutamente crucial " , disse Alan Harris, gerente de investimentos da Charles Stanley à agência " Reuters " . " Medidas desesperadas são necessárias em tempos de desespero. Não vai fazer bem para ninguém se os Democratas se movimentarem para arruinar isso. Nós estaríamos no abismo completo. "

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