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Bolsas mundiais pressionadas pelas más perspectivas nos EUA

As bolsas de valores mundiais operaram nesta quarta-feira sob pressão, depois da publicação de uma série de dados econômicos insatisfatórios nos Estados Unidos, o que as devolveu à realidade depois dos últimos lucros.

AFP |

Os corretores explicaram que o anúncio de um pacote de estímulo da União Européia de 200 bilhões de euros (260 bilhões de dólares) não causou impressão, ao mesmo tempo em que a injeção de 800 bilhões de dólares nos mercados financeiros decidida na terça pelo Federal Reserve americano ainda era motivo de dúvidas, segundo Patrick O'Hare, da Briefing.com.

Os dados econômicos americanos sugerem que a primeira economia mundial sofrerá recessão profunda e duradoura.

O consumo das famílias nos Estados Unidos caiu novamente em outubro 1,0% em relação a setembro, o que representa a queda mais abrupta desde setembro de 2001; a demanda por bens de consumo duradouros, por sua vez, perdeu 6,2% em outubro com relação a setembro, o maior retrocesso desde outubro de 2006.

A jornada de quarta-feira esteve também marcada pelo corte das taxas de juros anunciado na China e pela nomeação do ex-presidente do Federal Reserve americano, Paul Volcker, para dirigir o novo comitê económico contra a crise do presidente eleito Barack Obama.

As bolsas européias fecharam em baixa, salvo Frankfurt, que permaneceu estável. Paris perdeu 1,24%, Londres 0,44% e Madri, 0,49%.

Na Ásia, as bolsas tiveram resultados díspares. Tóquio perdeu 1,3% e Sydney 2,3%; mas Seul ganhou 4,7% e Hong Kong, 3,4%.

A bolsa de Nova York parecia desorientada, dividida entre os maus indicadores e a ascensão dos valores tecnológicos. O índice Dow Jones ganhava 0,51% durante a tarde e o Nasdaq, 2,25%, depois da abertura em baixa.

As bolsas americanas ficarão fechadas na quinta-feira, Dia de Ação de Graças, e funcionarão em meio expediente na sexta.

Na América Latina, a Bolsa de São Paulo subia 3,76%; México, 2,30% e Buenos Aires, 3,58%.

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