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Bolsas mantêm forte alta após decisão do Fed

SÃO PAULO - As bolsas de valores aqui e em Nova York mantêm o movimento de forte alta observado desde o começo do pregão após a reunião do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano. Conforme o esperado, a autoridade monetária manteve a banda de flutuação da taxa de juros entre zero e 0,25% e afirmou que o custo do dinheiro deve permanecer em tal patamar por algum tempo.

Valor Online |

No comunicado, o BC norte-americano voltou a afirmar que utilizará todas as ferramentas necessárias para manter o crescimento sustentável e preservar a estabilidade dos preços.

Por volta das 17h30, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o Ibovespa apresentava alta de 4,13%, aos 40.297 pontos, com giro financeiro em R$ 4,18 bilhões. Já em Wall Street, o Dow Jones subia 2,16%, enquanto o Nasdaq ganhava 3,5%.

O bom desempenho das bolsas é verificado desde a abertura dos negócios, com as agentes operando em cima de notícias apontando para um novo plano de resgate ao setor financeiro, que seria de fato saneado com o governo assumindo os ativos podres que estão em poder das instituições.

De volta à decisão do Fed, no comunicado apresentado junto com a decisão, o colegiado reafirma que sua atuação ficará concentrada em operações de mercado e aberto e se dispõe a aumentar os leilões para a compra de dívida de agências hipotecárias como Freddie Mac e Fannie Mae.

Novamente, o Fed não descarta a possibilidade de compra de títulos do Tesouro, se isso se mostrar eficiente, e aponta que está implementando a linha de crédito compra de títulos ligados ao crédito ao consumo, voltada para fortalecer os empréstimos para indivíduos e pequenas empresas.

Na sua avaliação da conjuntura econômica, os membros do colegiado afirmam que as condições no mercado de trabalho, de construção e emprego continuaram piorando, mas que alguma melhora já foi observada em alguns segmentos financeiros. "O comitê antecipa que uma recuperação gradual da atividade econômica deve começar ainda este ano, mas que os riscos negativos para tal perspectiva são significativos."
O colegiado também avalia que as pressões inflacionárias seguirão limitadas nos próximos trimestres e expressa certa preocupação com a possibilidade de preços "abaixo do favorável para o estimulo do crescimento econômico".

(Eduardo Campos | Valor Online)

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