As Bolsas operam nesta quarta-feira com prudência, apesar da alta de terça-feira em Wall Street, ante o temor de uma recessão mundial e do marasmo do setor automobilístico, cujas principais montadoras nos Estados Unidos pediram ajuda urgente ao governo.

As principais Bolsas da Europa abriram a sessão de quarta-feira com leves variações, em alta de 0,12% em Londres, 0,5% em Frankfurt e 0,05% em Paris.

Na Ásia, a maioria das praças encerrou o dia em queda: -0,66% em Tóquio, -0,77% em Hong Kong, -1,9% em Seul e -0,7% em Sydney.

"A confiança dos investidores tem sido dizimada e muitas pessoas já colocaram na cabeça que a queda será maior", afirmou à agência Dow Jones Newswires o diretor de pesquisas da Firs NZ Capital, Barry Lindsay.

A Bolsa de Xangai encerrou a sessão de quarta-feira em alta de 6,05%, depois de uma queda na mesma proporção na terça, graças à compra de ações com preço baixo, especialmente no setor de energia.

Apesar do panorama sombrio, a Bolsa de Nova York encerrou a sessão de terça-feira com alta: o Dow Jones ganhou 1,83% e a Nasdaq 0,08%.

Nos Estados Unidos, os presidentes executivos das três "grandes de Detroit" - Ford, Crhysler e General Motors - tentaram convencer, sem muito sucesso, na terça-feira os congressistas a dobrar a ajuda à indústria automotriz, depois da aprovação de um pacote de 25 bilhões de dólares em setembro, que não foi distribuído.

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