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Bolsas europeias recuam com preocupação sobre inflação na China

SÃO PAULO - As bolsas europeias fecharam em baixa nesta quinta-feira, pressionada por indicadores da economia da China. O setor de commodities liderou as perdas, enquanto as montadoras comandaram os ganhos.

Valor Online |

O DAX, de Frankfurt, caiu 0,14%, para 5.929 pontos; o FTSE 100, de Londres, perdeu 0,41%, para 5.617 pontos, enquanto o francês CAC 40 recuou 0,37%, para 3.929 pontos.

Os investidores iniciaram o dia atentos a indicadores da economia chinesa, que sinalizaram uma pressão inflacionária.

O índice de preços ao consumidor chinês subiu 2,7% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2009, com destaque para os preços dos alimentos, que saltaram 6,2%.

O número veio acima da previsão dos analistas, de 2,5%. A pressão de alta no mês foi decorrência das comemorações do Ano Novo Lunar. A celebração é uma ocasião em que os chineses gastam mais com alimentos, bebidas, cigarros e presentes.

Ainda na China, o índice de preços ao produtor registrou elevação de 5,4% em fevereiro, no comparativo com igual período do ano passado. O resultado ficou acima da marca de janeiro, de 4,3%, e da leitura de dezembro de 2009, de 1,7%.

Os números despertaram preocupação dos investidores sobre um possível aperto na política monetária chinesa, o que poderia frear o crescimento econômico.

Por conta dessa expectativa, os papéis de commodities terminaram em baixa. BHP Billiton caiu 1,11% e Rio Tinto recuou 1,57%.

O contraponto ficou com o setor automotivo. Impulsionada pelo crescimento das vendas nos mercados emergentes, a BMW anunciou lucro líquido de 210 milhões de euros em 2009, superando as expectativas dos analistas, que projetavam ganhos de cerca de 170 milhões de euros para a empresa.

Mesmo assim, o resultado representou uma queda de 36,4% em relação a 2008. As ações da companhia alemã subiram 1,3%.

Já a Volkswagen registrou queda de 80% no lucro anual, para 960 milhões de euros, mas afirmou que espera uma forte recuperação no mercado global este ano. As ações dispararam 7,3%.

(Téo Takar | Valor, com agências internacionais)

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