Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Bolsas européias desabam ao meio-dia e euro cai a US$ 1,2495

Frankfurt (Alemanha), 24 out (EFE).- As bolsas européias desabaram ao meio-dia com quedas em torno de 9%, enquanto o euro manteve sua forte queda, perdendo quase US$ 0,03 e chegando a US$ 1,2495.

EFE |

No meio do pregão, O DAX 30 de Frankfurt liderava as quedas na Europa, com 9,2% e caía até seu menor valor em três anos. A bolsa de Londres caía 7,6%; Paris cedia 7,9%; e Madri perdia 8,9%.

O euro mudava, por volta das 8h40 (horário de Brasília), para US$ 1,2568, contra os US$ 1,2881 do fechamento de ontem.

Após haver reduzido as perdas, e até chegado a positivo, nas últimas horas do pregão de ontem pelos impulsos do Dow Jones de Wall Street, a renda variável européia seguiu hoje na abertura a forte queda de Tóquio e de outros mercados asiáticos.

O índice Nikkei perdeu 9,59% e fechou abaixo da barreira psicológica dos 8.000 pontos pela primeira vez desde maio de 2003, chegando a 7.649,08 pontos, pela apreciação do iene frente ao dólar e o euro.

Ao longo do pregão matinal, os mercados de valores intensificaram suas perdas após o conhecimento dos dados macroeconômicos negativos da zona do euro e depois que algumas empresas apresentaram maus resultados.

O índice de gerentes de compras do setor manufatureiro da zona do euro caiu em outubro até 41,3 pontos, o nível mais baixo desde sua criação em 1997 e contra 45 pontos do mês anterior, o que indica que a economia da região entra em recessão apesar dos pacotes de resgate aprovados por muitos Governos, considerou o economista-chefe de Commerzbank, Jörg Krämer.

O Commerzbank prevê que o Banco Central Europeu (BCE) cortará em breve mais as taxas de juros.

A montadora de automóveis sueca Volvo reduziu seu lucro líquido em 36% no terceiro trimestre e a companhia petrolífera finlandesa Neste Oil caiu 18,2% durante os nove primeiros meses de 2008.

Por sua vez, a fabricamte francesa Peugeot-Citroën anunciou um corte da produção para o quatro trimestre do ano.

A crise financeira internacional reduziu o consumo e contribuiu para aumentar os custos de muitas empresas.

Na Europa, todos os setores empresariais caíam com força ao meio-dia.

Os bancos cediam uma média de 10,7 %, seguidos das companhias automobilísticas com um retrocesso do 10,2%, das de petróleo e gás, com um 9,5%, e das de matérias- primas, com um 9,3%. EFE aia/jp

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG