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Bolsas européias declinam, pressionadas por mineradoras e petroleiras

SÃO PAULO - As bolsas européias fecharam o pregão desta quarta-feira com forte retração, após seis dias consecutivos de valorização. Além de um movimento natural de realização de lucros de curto prazo, os agentes continuam tomando nota de dados econômicos cada vez mais preocupantes, como os números de emprego nos EUA.

Valor Online |

A perspectiva de redução drástica dos ganhos das empresas por conta da crise internacional também orientou os investidores nesta jornada.

O FTSE-100, de Londres, fechou em baixa de 3,16%, aos 4.492 pontos. Em Paris, o CAC 40, encerrou com 3.346 pontos, em queda de 1,48%. O DAX, de Frankfurt, declinou 1,77%, para 4.937 pontos.

Os dados americanos de emprego mostraram que o setor privado do país fechou 693 mil postos de trabalho em dezembro, número maior do que o esperado para o período.

Os agentes também repercutiram negativamente a comunicação da gigante Alcoa, de que pretende fechar 13.500 vagas em suas operações globais, reduzir sua produção em 18%, vender alguns ativos, fechar algumas plantas e reduzir os investimentos em 50% neste ano.

Entre as principais baixas desta jornada, as ações de mineradoras sofreram significativamente, assim como as das petroleiras. Os papéis da Rito Tinto caíram 6,59% e os da Anglo American cederam 6,99% em Londres.

No mesmo pregão, as ações da BP recuaram 5,77% e as da Royal Dutch Shell perderam 4,01%. Em Paris, os papéis da Total declinaram 4,61%.

A forte queda dos preços do petróleo contribuiu para o recuo dos papéis de energia após o relatório semanal de estoques americanos apontar alta bem acima do previsto para as reservas do país, o que confirma a percepção de redução da demanda nos EUA.

(Valor Online, com agências internacionais)

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