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Bolsas europeias caem pressionadas por economia fraca

As Bolsas de Paris e Frankfurt saíram do território positivo em que operavam um pouco mais cedo nesta terça-feira, enquanto Londres mantém a queda do início do dia, em um ambiente de negócios pressionado pela fraca perspectiva econômica. Ontem, empresas de todo o mundo anunciaram mais de 79 mil cortes de empregos.

Agência Estado |

Hoje, na Suíça, a empresa do setor químico Clariant disse que vai eliminar 1 mil empregos, além dos 2,2 mil cortes já anunciados, e que vai renovar seus esforços de reestruturação diante da crise econômica global. Suas ações subiam 2,2%.

Na Alemanha, a alta do índice de confiança empresarial do Instituto Ifo para 83 em janeiro, de 82,7 em dezembro, não contribuiu para a melhora do mercado. Embora o dado tenha vindo acima da previsão de economistas, que era de queda para 81,3, o índice ainda ronda suas mínimas históricas. "Teríamos de ver três meses consecutivos de melhora para dizer que a situação se estabilizou", apontou o economista Kenneth Broux, do Lloyds Banking Group. Ele acrescentou que os dados do Ifo deverão contribuir para argumentos do Banco Central Europeu (BCE) contra o corte das taxas de juros novamente em fevereiro.

Ainda em Frankfurt, as ações da Siemens estavam em alta de 2,7%. Embora o conglomerado industrial alemão tenha anunciado queda de 81% de seu lucro líquido no quarto trimestre do ano passado (primeiro trimestre fiscal da companhia), para 1,2 bilhão de euros, seu diretor financeiro, Joe Kaeser, disse não esperar que as vendas do grupo no atual ano fiscal ficarão abaixo dos níveis registrados em 2008.

Em Londres, o índice principal recua, apesar dos ganhos das ações de bancos. Barclays avançava mais de 9%, depois de ter disparado ontem com o anúncio de que não precisará de ajuda do governo e ainda ajudava Royal Bank of Scotland (13%) e Lloyds (8%). A exceção no setor era HSBC (-0,8%), prejudicado por persistentes rumores de que pode ter de elevar capital. Ainda do lado das perdas estavam ações ligadas a recursos naturais, como Xstrata (-6%), prejudicada pela fraca perspectiva para a demanda de metais.

Às 8h33 (de Brasília), o índice FT-100, da Bolsa de Londres, caía 1,23%; em Frankfurt, o índice Dax cedia 0,62%; em Paris, o índice CAC-40 recuava 0,94%. As informações são da Dow Jones.

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