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Bolsas em Wall Street começam 2009 com forte valorização

SÃO PAULO - O mercado norte-americano abre 2009 com tom bastante otimista. O ponto principal citado pelos analistas externos é a expectativa de que o presidente eleito, Barack Obama, anuncie um novo plano de estímulo econômico assim que assumir a Casa Branca, daqui a três semanas.

Valor Online |

Com todos os 30 componentes em alta, o Dow Jones fechou a sexta-feira apontando ganho de 2,94%, retomando o importante patamar dos 9 mil pontos. Na semana o indicador avançou 6,1%. O S & P 500 teve valorização de 3,16%, para 931,80 pontos, o que representa um avanço de 6,8% sobre a sexta-feira passada. E a bolsa eletrônica Nasdaq subiu 3,5%, finalizando aos 1.632 pontos. Na semana o ganho ficou em 6,7%.

O primeiro pregão do ano também foi marcado por comentário apontando 2009 como um ano de recuperação. Para alguns analistas, o pior da crise já ficou para trás, junto com o quarto trimestre de 2009. O que tira um pouco do brilho da valorização é o baixo volume negociado, reflexo dos feriados de final de ano.

No campo econômico, a indicação ainda é negativa. Segundo o Instituto de Gerentes de Compras (ISM, na sigla em inglês), o índice de atividade na indústria caiu para 32,4 pontos em dezembro, o menor desde 1980. Novos indicadores de atividade saem na semana que vem, com destaque para o relatório de trabalho referente ao mês passado e todo o ano de 2008.

Dentro do Dow Jones, forte valorização para a ação da General Motors, que subiu 14,06%. Correram rumores de que o setor automotivo pode ser alvo de um novo plano de resgate. Entre os bancos, destaque para o Citigroup, que ganhou 6,41%, depois que o presidente e o presidente-executivo do banco enviaram nota dizendo que abrem mão do bônus de 2008 e que cortarão os salários de executivos.

O segmento de energia também operou com destaque. O petróleo reverteu as perdas da manhã e fechou o dia na casa dos US$ 46 o barril de WTI com vencimento para fevereiro. Parte da valorização é atribuída aos confrontos entre judeus e palestinos na Faixa de Gaza. Além disso, o mercado ganhou uma nova fonte de incerteza depois que a Rússia cortou o envio de gás à Ucrânia. As ações da Exxon, maior petrolífera do mundo, avançaram 2,27%.

(Valor Online, com agências internacionais)

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