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SÃO PAULO - A ação da agência Standard & Poor´s (S & P), que rebaixou a nota soberana de Portugal e Grécia, tem efeito em Wall Street. Os agentes consideram ainda as palavras do presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, e indicadores econômicos dos Estados Unidos.

SÃO PAULO - A ação da agência Standard & Poor´s (S & P), que rebaixou a nota soberana de Portugal e Grécia, tem efeito em Wall Street. Os agentes consideram ainda as palavras do presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, e indicadores econômicos dos Estados Unidos. No caso de Portugal, a nota soberana de longo prazo do país saiu de"A+"para"A-". O rating de crédito de curto prazo caiu de"A-1"para"A-2". As notas têm perspectiva negativa, ou seja, existe a possibilidade de a classificação piorar no futuro. No caso da Grécia, que, na semana passada, pediu a ativação de mecanismo de ajuda elaborado por líderes europeus e Fundo Monetário Internacional (FMI), o rating de longo prazo diminuiu de"BBB+"para"BB+"e o de curto prazo baixou de"A-2"para"B", ambos com perspectiva negativa. Bernanke, por sua vez, alertou que os formuladores de política econômica devem colocar em curso, o quanto antes, um plano para equilibrar receita e gasto federal e afastar ameaças à economia dos EUA. Há instantes, o Dow Jones declinava 1,16%, para 11.074,06 pontos. O S & P 500 cedia 1,51%, somando 1.193,70 pontos. O Nasdaq estava em 2.487,58 pontos, recuo de 1,40%. (Juliana Cardoso | Valor, com agências internacionais)
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