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Bolsas de NY viram e sobem, com queda do petróleo

As Bolsas de Nova York inverteram o sinal de baixa que vinham apresentando desde a abertura dos negócios hoje e passaram a operar em alta - com exceção do índice S&P 500 -, em reação ao forte declínio do petróleo, que é cotado abaixo de US$ 140 o barril, e aos comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, que mencionou que a autoridade monetária continua monitorando o setor financeiro. Por volta das 13h50 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,07%, o Nasdaq-100 avançava 0,6%, enquanto o S&P 500 tinha queda de 0,25%.

Agência Estado |

 

No mesmo horário, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em agosto caía 4,5%, a US$ 138,65 o barril, na sessão regular da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).

Entre os destaques de alta, figuravam as ações da montadora General Motors. Hoje, a empresa disse que irá levantar capital e cortar mais empregos para realinhar seus negócios no novo cenário, de turbulência financeira global.

Já as ações de instituições financeiras ainda passam por um movimento de vendas, embora muitas tenham saído das mínimas. A falência do IndyMac Bank gerou temores de uma onda de quebras de bancos, comparável à crise de poupança e empréstimos do começo dos anos 1990. Quanto às ações das agências hipotecárias Fannie Mae e da Freddie Mac, a venda dos papéis resulta das dúvidas sobre o plano de ajuda do governo dos EUA, anunciado no domingo. Os papéis da Fannie caíam 23% e os da Freddie, 25%.

Em discurso ao Congresso na manhã de hoje, Bernanke disse que o sistema bancário dos EUA está bem capitalizado e que questões bancárias estão centradas "menos em solvência" e mais na "capacidade para oferecer o crédito que a economia dos EUA precisa". O presidente do Fed também previu que o setor imobiliário continuará sendo um peso na economia e uma recuperação nas novas construções de residências não deve acontecer até o final de 2008 ou 2009. As informações são da Dow Jones.

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