O mercado de ações norte-americano segue em firme alta, sustentado pelo vigor do dólar, que empurrou os preços do petróleo para o menor nível em três meses em Nova York e ofuscou o impacto negativo das notícias ruins nas ações financeiras, que incluem o prejuízo acima do esperado da gigante hipotecária Fannie Mae. Não estamos certos se o vigor do dólar é em função da fraqueza do euro, realização de lucro no petróleo ou intervenção do governo; não nos importa muito e para o mercado também não, aparentemente, disse um analista.

Quase todos os 30 componentes do índice Dow Jones registram alta, com destaque para as ações da varejista de produtos para casa Home Depot, com um ganho de 8,17%. As grandes companhias industriais também registram um forte desempenho: Boeing +5,04%, 3M +3,13%.

Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo caiu 4,02% e fechou a US$ 115,20 por barril, menor nível desde o início de maio, com os investidores vendendo contratos de petróleo e voltando os investimentos para o dólar.

Nesta tarde, no mercado de câmbio em Nova York, o euro chegou a escorregar abaixo de US$ 1,50 pela primeira vez em mais de 5 meses, pressionado pelas preocupações sobre a saúde das economias européias. Depois de testar a marca simbólica de US$ 1,50 durante todo o dia, o euro finalmente furou aquele suporte e foi negociado a US$ 1,4997, na mínima do dia - seu nível mais baixo desde o final de fevereiro e bem abaixo da máxima recorde de US$ 1,604 alcançada há apenas poucas semanas. Às 16h49 (de Brasília), o euro estava em US$ 1,5012, de US$ 1,5322 ontem.

Às 16h50 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 2,72%, o Nasdaq avançava 2,53% e o S&P-500 registrava um ganho de 2,43%. As informações são da Dow Jones.

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