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Bolsas de NY não definem direção; GM sobe 5,21%

As Bolsas norte-americanas alternaram alta e baixas na parte da manhã, mas no início da tarde registravam ganhos, apesar de dados macroeconômicos indicarem fraqueza nos EUA. O índice S&P 500 chegou a registrar nova mínima em 52 semanas após a divulgação do índice ISM de serviços abaixo do esperado em junho.

Agência Estado |

O índice recuou para 48,2 no mês passado, de 51,7 em maio, e ficou abaixo dos 50,5 esperados por analistas. Leituras abaixo de 50 indicam contração de atividade.

Por volta das 12h05 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,84%, o Nasdaq avançava 0,24% e o S&P 500 tinha alta de 0,57%. As Bolsas de Nova York fecham mais cedo hoje (às 14 horas, de Brasília) em antecipação ao feriado de 4 de julho (Dia da Independência).

Os dados de emprego divulgados hoje nos EUA mostram que 62 mil postos de trabalho foram cortados em junho, mais que os 55 mil esperados. E o corte de 49 mil postos em maio foi revisado para declínio de também 62 mil postos. A taxa de desemprego de junho nos EUA foi de 5,5%, estável em relação ao mês de maio. Além disso, os pedidos de auxílio-desemprego avançaram em 16 mil, para 404 mil na semana passada.

David Resler, analista da Nomura Securities, disse que o dado de auxílio-desemprego é um sinal "agourento" para o mercado de trabalho. "Se a alta para acima de 400 mil for o começo de um novo rodada de dados parecidos, trata-se de um sinal assustador de que estamos nos movendo de um cenário de redução de vagas para um de dispensas imediatas", disse Resler.

As ações da General Motors subiam 5,21%. Ontem, os papéis despencaram depois de o Merrill Lynch dizer que não descartava concordata para a montadora. Os papéis da AMR, controladora da American Airlines, subiam 3,25%. A maior companhia aérea dos EUA informou ontem que vai perder entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,2 bilhão do valor de sua frota no segundo trimestre, em meio aos cortes de capacidade que estão sendo feitos por causa do aumento dos preços do combustível.

No setor de tecnologia, as ações da Nvidia despencavam 29,37%. A companhia revelou problema de superaquecimento em alguns dos chips que fabrica para notebooks e assumirá encargos de US$ 150 milhões a US$ 200 milhões para solucionar a questão. As informações são da Dow Jones.

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