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Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, impulsionados por dados que mostraram um forte aumento nas vendas de imóveis residenciais novos no país em março e por um avanço particularmente acentuado dos papéis do segmento de energia.O Dow Jones subiu 69,99 pontos, ou 0,63%, para 11.

Os principais índices do mercado de ações dos EUA fecharam em alta, impulsionados por dados que mostraram um forte aumento nas vendas de imóveis residenciais novos no país em março e por um avanço particularmente acentuado dos papéis do segmento de energia.

O Dow Jones subiu 69,99 pontos, ou 0,63%, para 11.204,28 pontos, acumulando ganho de 1,68% na semana e encerrando o pregão no maior nível de fechamento desde 19 de setembro de 2008. A farmacêutica Merck avançou 5% e liderou a alta entre os componentes do índice após divulgar as projeções de quais serão os impactos da reforma do sistema de saúde dos EUA sobre seus resultados. A companhia reiterou sua perspectiva de lucro no longo prazo e acalmou investidores receosos com eventuais prejuízos provocados pela nova legislação.

A American Express também teve bom desempenho, subindo 2,74% depois de anunciar que seu lucro do primeiro trimestre dobrou em relação a igual período de 2009.

Entre os integrantes do Dow Jones que fecharam em território negativo, estavam a Microsoft (-1,27%), que preocupou os investidores após anunciar um declínio no volume de receitas futuras durante o terceiro trimestre fiscal, e a Travelers (-0,76%), cujo lucro do primeiro trimestre foi inferior ao registrado em igual período do ano passado.

O Nasdaq avançou 11,08 pontos, ou 0,44%, para 2.530,15 pontos, maior fechamento desde 5 de junho de 2008. Na semana, o índice registrou alta de 1,97%. O S&P 500 ganhou 8,61 pontos, ou 0,71%, para 1.217,28 pontos, subindo 2,11% em relação ao fechamento da última sexta-feira e registrando seu maior nível de encerramento desde 19 de setembro de 2008.

As bolsas receberam suporte de dados do Departamento do Comércio dos EUA que mostraram um aumento de 26,9% nas vendas de imóveis residenciais novos no país em março, ante expectativa de crescimento de 5,5%, refletindo a corrida de compradores para assegurar o benefício fiscal do governo para a compra de moradias que deve expirar no final de abril.

O Departamento do Comércio dos EUA também divulgou um declínio de 1,3% nas vendas de bens duráveis em março, ante expectativa de aumento de 0,3%. As informações são da Dow Jones.

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