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Bolsas de NY despencam

O mercado de ações norte-americano aprofundou as perdas do dia nesta última hora de sessão, com os principais índices recuando ao redor de 5% em meio a um fraco sentimento alimentado por uma série de lucros corporativos desanimadores e preocupações sobre uma recessão global. Às 17h19 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 464 pontos, ou 5,14%, o Nasdaq recuava 81 pontos, ou 4,80%, e o S&P-500 registrava uma queda de 56 pontos, ou 5,86%. Acompanhe os mercados em tempo real

Redação com agências |

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"Qual é o problema? Tudo está à venda novamente, liquidação forçada, saques em fundos mútuos e temores de uma profunda recessão mundial", disse Elliot Spar, estrategista do mercado de ações da Stifel Nicolaus.

Europa

As Bolsas europeias seguiram os resultados do mercado asiático e a tendência de quedas das bolsas de Nova York e encerraram o pregão desta quinta-feira em fortes baixas. A Bolsa de Londres caiu 4,46% no índice FTSE-100. Na mesma tendência, o índice CAC 40, da Bolsa de Paris, fechou em queda de 5,10%, praticamente o mesmo índice da Bolsa de Frankfurt, que encerrou o dia com recuo de 4,46%.

Recessão

O primeiro-ministro da Inglaterra, Gordon Brown, admitiu que é possível que o Reino Unido entre em recessão por conta da crise financeira mundial.

Respondendo a perguntas de parlamentares, Brown acrescentou que a Inglaterra não conseguiria escapar do declínio econômico mundial e que o país deve sofrer uma contração nos próximos meses.
 

Bolsas asiáticas

As bolsas de valores da Ásia recuaram nesta quarta-feira para o nível mais baixo desde dezembro de 2004, também pressionadas por resultados trimestrais fracos de empresas norte-americanas.

O custo da proteção contra inadimplência de dívidas asiáticas aumentou para valor recorde depois da Argentina ter agido para assumir seu sistema de pensão privado e à medida que temores de inadimplência de dívidas prejudicaram a confiança em mercados emergentes.

Algumas companhias asiáticas foram pegas desprevenidas quanto ao aperto dos mercados de crédito, que restringiu em muito o acesso delas a capital, e também com relação ao ritmo de queda da demanda global.

"À medida que a crise de crédito piora, estoques no atacado aumentaram, causando um alarmante aumento em estoques na Ásia e em mercados emergentes, em uma época em que, sazonalmente, eles geralmente diminuem", disse Sean Darby, estrategista-chefe do Nomura em Hong Kong.

As perdas nas ações asiáticas aceleraram na tarde de quarta-feira, com o índice Nikkei de TÓQUIO fechando em queda de 6,8%, e o Kospi de SEUL caindo 5,1%.

As ações da Mitsubishi UFJ Financial Group, que investiu recentemente no Morgan Stanley, registraram queda de 8,8%, depois que o jornal de negócios Nikkei publicou que o maior banco do Japão cortará bruscamente sua estimativa de lucro líquido para a metade do ano.

O índice MSCI de ações da Ásia-Pacífico com exceção do Japão recuou 5,53%, chegando a atingir o nível mais baixo desde dezembro de 2004.

O índice acionário de XANGAI perdeu 3,20%, TAIWAN recuou 1,62% e CINGAPURA teve queda de 5,19%. SYDNEY se desvalorizou em 3,4%.

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