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Bolsas de NY ampliam queda com agências hipotecárias

As Bolsas de Nova York seguem em queda acentuada hoje, refletindo as dúvidas dos investidores sobre a viabilidade das agências hipotecárias Fannie Mae e da Freddie Mac como empresas públicas e sobre uma intervenção do governo para salvar as duas agências. Por volta das 12h45, o Dow Jones perdia 1,65%, e o Nasdaq, 1,99%.

Redação com Agência Estado |

 

Por volta das 11h30 (de Brasília), o secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, disse que o foco primário do governo é ajudar as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, mas os investidores ficaram decepcionados com a falta de um plano detalhado. Logo após os comentários de Paulson, os índices das Bolsas em Wall Street atingiram as mínimas do dia e o índice Dow Jones se aproxima do nível de 11 mil pontos.

Paulson disse que o Tesouro mantém discussões com as agências, uma vez que as ações das companhias continuam caindo. Ele afirmou que o órgão regulador das agências, o Ofheo (na sigla em inglês), "continuará a trabalhar com as companhias, tomando as medidas necessárias para que ambas continuem a desempenhar sua importante missão pública".

No mesmo horário, as ações da Freddie Mac despencavam 38,6% e as da Fannie Mae, 34,4%. As agências possuem ou garantem ao menos US$ 5 trilhões de empréstimos residenciais e investidores temem que elas não tenham capital suficiente para lidar com registros de falência e declínios no mercado imobiliário. As especulações sobre uma ajuda do governo ganharam força logo cedo com notícia no jornal norte-americano The New York Times, de que o governo Bush considera se deve assumir o controle das duas agências hipotecárias. "Dada a notoriedade delas, é crucial para a estabilidade do mercado que elas encontrem seu ponto de apoio", disse Quincy Krosby, estrategista-chefe de investimentos da Hartford Financial.

Os preços do petróleo superaram os US$ 147 por barril, em meio às preocupações com o Oriente Médio e a fraqueza do dólar, renovando as cotações recordes tanto em Londres quanto em Nova York. Isso pesa sobre as ações de montadoras, companhias aéreas, varejistas e outras empresas que dependem dos consumidores.

Em notícia positiva, porém, o índice de sentimento do consumidor dos EUA, medido pela Universidade de Michigan, inesperadamente melhorou em meados de julho para 56,6, de 56,4 em junho. Economistas esperavam queda para 55. As informações são da Dow Jones.

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