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Bolsas de NY abrem pregão em alta

Os índices futuros sugerem uma sessão volátil para as Bolsas norte-americanas nesta quinta-feira, com o segmento de tecnologia provavelmente amargando perdas na esteira de cortes nas projeções de resultado feitas ontem pela Intel, pela Applied Material (AMAT) e pela National Semiconductor, e ainda pela migração da Dell para a lista de convicção de venda do Goldman Sachs.

Agência Estado |

 

O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu o pregão de hoje em alta e avançava 1,04% a 8.368 pontos, às 12h34. O Nasdaq segue a mesma direção e ganhava 0,76% a 1.510 pontos. O S&P 500 subia 1,16% a 862 pontos.

O alerta de resultado feito pela gigante Wal-Mart também deve perturbar os investidores neste início de pregão, ressaltando as fracas perspectivas para o consumo às vésperas do mais importante período de vendas para o varejo norte-americano.

Ainda no pano de fundo do mercado estão as contínuas indicações de desaceleração econômica. O número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA feitos na semana passada atingiu o maior nível (516 mil) desde setembro de 2001 e a média em quatro semanas (491,5 mil) o patamar mais elevado desde março de 1991. Na Alemanha, a segunda contração trimestral seguida do PIB levou o país, tecnicamente, para uma recessão.

A Intel Corp cortou sua previsão de receita para o quarto trimestre, citando "uma demanda significativamente mais fraca do que o esperado" em todo os EUA e uma incerteza geral no ambiente econômico. Depois do fechamento do mercado ontem, a gigante do setor de chips disse que agora espera uma receita entre US$ 8,7 bilhões e US$ 9,2 bilhões no quarto trimestre, de uma estimativa anterior - emitida em outubro - de US$ 10,1 bilhões a US$ 10,9 bilhões.

A AMAT e a National Semiconductor anunciaram ontem corte de 12% e de 5% de sua força de trabalho, respectivamente. O anúncio da AMAT foi acompanhado de queda de 45% em seu lucro do quarto trimestre fiscal para US$ 231,1 milhões (US$ 0,17 por ação) e de previsão de queda nas vendas e encomendas no trimestre corrente.

A maior rede de varejo do mundo, a norte-americana Wal-Mart Stores, anunciou aumento de 9,8% em seu lucro líquido e de 7,5% nas vendas do terceiro trimestre fiscal. Mas previu resultado no quarto trimestre abaixo da estimativa dos analistas, o que irá projetar o ganho no ano para o piso de suas estimativas anteriores ou abaixo dele. As informações são da Dow Jones.

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