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Bolsas de NY abrem em baixa com setor de tecnologia

As Bolsas de Nova York abriram em baixa hoje, com a expectativa para o plano de ajuda a montadoras norte-americanas e as reduções de projeções de resultados de empresas do setor de tecnologia pesando sobre os negócios em Wall Street. Às 12h30 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,23%, o Nasdaq 100 recuava 1,63% e o S&P 500 tinha baixa de 1,07%.

Agência Estado |

Os investidores operam hoje de olho nas negociações do Congresso norte-americano e da Casa Branca em torno do pacote de resgate das montadoras General Motors (GM), Ford e Chrysler. Porém, analistas ponderam que o pacote também poderá tirar algum valor dos acionistas das fabricantes de automóveis.

De acordo com o jornal norte-americano The Wall Street Journal (WSJ), sob os termos da proposta de ajuda a montadoras, que foi debatida na noite de ontem, o governo dos EUA receberia garantias em ações no equivalente a pelo menos 20% dos empréstimos que cada empresa vier a obter. A companhia também teria de limitar a remuneração e o pagamento de dividendos aos executivos, de modo muito semelhante ao previsto no pacote de ajuda ao setor financeiro. Entre os papéis da montadoras, GM e Ford recuavam 4,9% e 8,6%, respectivamente, no pré-mercado em Nova York, após terem subido 21% e 24%, respectivamente, ontem.

Hoje, a agenda macroeconômica reserva apenas o dado de vendas pendentes de imóveis, a ser divulgado às 13 horas (de Brasília).

Ações

A fabricante de chips Texas Instruments reduziu ontem sua faixa de previsão de lucro para o quarto trimestre deste ano e prevê, agora, um lucro de US$ 0,10 a US$ 0,16 por ação sobre uma receita de US$ 2,3 bilhões a US$ 2,5 bilhões.

Já a fabricante de semicondutores Broadcom cortou ontem à noite sua projeção para o período entre outubro e dezembro de 2008 por causa dos atrasos significativos e cancelamentos de clientes em todos os mercados. A empresa espera, agora, receita de US$ 1,05 bilhão a US$ 1,1 bilhão.

Hoje, a fabricante de eletrônicos Sony anunciou que pretende cortar 5% de sua força de trabalho, ou 8 mil de seus funcionários, e fechar 10% das 57 fábricas de seus principais produtos, como TV, câmeras e computadores. Com as medidas, a Sony quer economizar US$ 1 bilhão ao ano.

A empresa de entregas rápidas FedEx, cuja atividade é amplamente vista como um indicador para a economia geral, disse ontem que prevê um lucro de US$ 3,50 a US$ 4,75 por ação no ano fiscal 2009, abaixo da expectativa anterior de US$ 4,75 a US$ 5,25 por ação.

A empresa de mídia norte-americana Tribune, proprietária do Chicago Tribune e do Los Angeles Times, entrou com pedido de concordata ontem, no distrito de Delaware (EUA), listando ativos de US$ 7,6 bilhões e dívidas de US$ 12,9 bilhões. A companhia anunciou que está reestruturando voluntariamente suas obrigações de dívida sob proteção da lei de concordata e falências (Capítulo 11) e que vai continuar operando seus negócios durante a reestruturação. As informações são da Dow Jones.

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