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Bolsas de NY abrem em baixa, com dados negativos

As Bolsas de Nova York abriram em baixa nesta quarta-feira, dando espaço para o movimento de realização de lucros por parte dos investidores, depois de três dias seguidos de ganhos. Uma série de indicadores econômicos negativos, anunciados esta manhã nos Estados Unidos, prejudica o sentimento entre os investidores.

Agência Estado |

Às 12h35 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,60%, o Nasdaq 100 recuava 1,03% e o S&P 500 tinha baixa de 1,64%.

"Estamos indo para o feriado (do dia de Ação de Graças amanhã, nos EUA) e eu não me surpreenderia se o pregão hoje registrasse queda com volume muito baixo", disse o diretor de investimentos da Stewart Capital Advisors em Indiana, Malcolm Polley.

Na agenda macroeconômica do dia, as encomendas de bens duráveis feitas pelos Estados Unidos recuaram 6,2% em outubro na comparação com setembro, a queda mais acentuada desde outubro de 2006, sentindo o efeito das condições apertadas de crédito e do aumento do pessimismo com economia norte-americana. Os gastos com consumo, por sua vez, caíram 1% em outubro, o maior recuo desde setembro de 2001.

O contraponto positivo do dia foi a queda de 14 mil do número de pedidos de auxílio-desemprego feitos nos EUA na semana encerrada no último sábado (dia 22), mas esse número não sinaliza nenhuma recuperação iminente no mercado de trabalho do país. A média quadrissemanal de pedidos, por exemplo, aumentou em 11 mil, para 518 mil, o maior nível desde janeiro de 1983 e bem acima do patamar de 400 mil normalmente associado a recessões.

Ações

No cenário corporativo, as ações da mineradora anglo-australiana Rio Tinto caíram 15% no pré-mercado em Nova York, depois de terem perdido mais de um terço de seu valor na Bolsa de Sydney, reagindo à retirada da oferta de compra feita pela sua rival BHP Billiton.

Tiffany perdeu 6,4% no pré-mercado, após divulgar queda de 57% de seu lucro trimestral. A varejista J.Crew, cujo lucro caiu 29%, cedeu 9,5%. As informações são da Dow Jones.

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