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Bolsas de NY abrem em baixa, com dados de inflação

As Bolsas de Nova York abriram em baixa hoje, em reação a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos em julho, que registrou a maior alta anual desde 1981. Além disso, o núcleo do índice, que exclui as variações de preços de alimentos e energia, teve o maior avanço anual em 17 anos, no mês passado.

Agência Estado |

A combinação de inflação salgada com a queda de 11% do número de construções residenciais iniciadas nos Estados Unidos em julho pesa sobre os negócios em Wall Street hoje. Embora o resultado do dado de imóveis tenha sido melhor do que a queda de 11,8% esperada por analistas, o nível atingido é o mais baixo desde março de 1991, contribuindo para empurrar o mercado de ações americano de vez para o território negativo. Às 10h35 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,65%, o Nasdaq 100 recuava 0,59% e o S&P 500 tinha queda de 0,73%.

Ações

O forte noticiário macroeconômico acabou deixando em segundo plano as notícias corporativas. De qualquer modo, o setor financeiro, principal condutor da baixa dos mercados em Nova York ontem, segue em destaque hoje e deve reagir à notícia de que o banco de investimentos Lehman Brothers já mantém negociações com interessados em sua unidade de gerenciamento de ativos. As ações do Lehman recuaram 2,3% no pré-mercado em Wall Street. Outro destaque do setor é uma entrevista dada ontem à rede de TV americana CNBC pelo chefe de investimento do Cumberland Advisors, David Kotok. Ele disse que os bancos Merrill Lynch e Wachovia, entre outras instituições financeiras, correm o risco de quebrar.

O mercado deve reagir também aos números apresentados por duas varejistas esta manhã. Home Depot anunciou queda de 25% de seu lucro líquido no segundo trimestre deste ano em comparação com igual período de 2007, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1,2 bilhão. A Staples, que vende material para escritório, despencou 7,6% no pré-mercado em Nova York, após anunciar que deve apresentar queda de 15% de seu lucro no segundo trimestre de 2008, porque as condições de negócios no período seguem difíceis. As informações são da Dow Jones.

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