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Bolsas de NY abrem em baixa com ceticismo pós G-20

O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu em baixa e recuava 1,22% a 8.393 pontos, às 12h38.

Agência Estado |

O Nasdaq segue a mesma direção e perdia 1,26% a 1.497 pontos. O S&P 500 abriu em baixa e cedia 1,16% a 863 pontos. Os índices futuros já haviam sinalizado para uma abertura em baixa das Bolsas de Nova York nesta segunda-feira, em meio a um clima de ceticismo com a promessa dos líderes mundiais de tributar menos e gastar mais para ajudar a economia global a sair da situação difícil em que está. Balanços ruins divulgados por algumas empresas também contribuem para as baixas.

Durante o final de semana, os líderes dos países que integram o G-20 prometeram estimular a demanda doméstica, continuar tentando estabilizar o sistema financeiro e assegurar que o Banco Mundial (Bird) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) tenham recursos suficientes para ajudar os países a superar a crise. Economistas do UBS disseram que a reunião produziu pouca coisa que ainda não tenha sido declarada. "O comunicado foi uma recitação de iniciativas anteriores, acompanhado de comentários óbvios. Os líderes do G-20 não tiveram nem mesmo uma oportunidade de tirar uma foto com o senador (e presidente eleito dos EUA, Barack) Obama", disseram.

Entre os destaques do campo corporativo, as ações do Citigroup recuavam 1,8% no pré-mercado, após o banco confirmar que irá cortar 50 mil empregos e reduzir despesas em 20%. A varejista de artigos para o lar e material de construção Lowe's recuava 2%, depois de anunciar uma queda de 24% de seu lucro trimestral. Seu executivo-chefe, Robert Niblock, disse que a companhia prevê que "o aumento do desemprego, a queda dos preços dos imóveis, o aperto do crédito e a volatilidade nos mercados de ações continuarão prejudicando a confiança do consumidor e impactando as vendas".

General Motors, que está em negociações com o governo alemão sobre garantias para a divisão Opel, subia 2%. A companhia vendeu sua fatia de 3% na japonesa Suzuki por US$ 230 milhões. A varejista Target perdia 5%, depois de divulgar queda de 24% de seu lucro líquido trimestral e de suspender o pagamento de dividendos.

O principal indicador da agenda macroeconômica dos EUA nesta segunda-feira foi a produção industrial, que cresceu 1,3% em outubro, mais do que a previsão de expansão de 0,4%. As informações são da Dow Jones.

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