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Bolsas de NY abrem em baixa com Apple e setor financeiro

O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu o pregão de hoje em baixa e cedia 0,44% a 8.164 pontos, às 12h35.

Agência Estado |

O Nasdaq recuava 0,31% a 1.485 pontos e o S&P 500 caía 0,66% a 837 pontos. As preocupações com a saúde do executivo-chefe da Apple, Steve Jobs, devem pesar sobre os papéis de tecnologia, e os resultados trimestrais em linha do JPMorgan não foram suficientes para restaurar a confiança no setor financeiro.

"O medo da recessão e as notícias ruins do setor financeiro continuam afetando os mercados de ações globais", disse o analista Adrian Brunner, do banco suíço Vontobel. Pela manhã, os índices futuros saíram de suas mínimas após a divulgação de uma série de indicadores econômicos que trouxeram poucas surpresas sobre a desaceleração econômica dos EUA. O índice de preços ao produtor (PPI) apresentou queda de 1,9% em dezembro, ante a previsão de declínio de 2%; o núcleo veio com alta de 0,2%, acima da estimativa de aumento de 0,1%. O número de pedidos de auxílio-desemprego cresceu em 54 mil na semana passada, acima da alta de 46 mil esperada. E o índice de atividade do Fed de Nova York subiu a -22,2 em janeiro, melhor que a alta para -26 prevista.

O Nasdaq deve ficar pressionado pela Apple, que caía 7,3% no pré-mercado, em reação ao anúncio de que seu executivo-chefe, Steve Jobs, sairá em licença médica. O diretor de operações, Tim Cook, assumirá seu posto. Outro destaque do setor de tecnologia hoje é a divulgação do balanço da Intel no final do dia.

No setor financeiro, JPMorgan Chase caía 3,1% no pré-mercado, após apresentar um lucro de US$ 702 milhões no quarto trimestre do ano passado, em linha com as previsões de analistas. Ainda assim, o lucro é 76% inferior ao de US$ 2,97 registrado no quarto trimestre de 2007.

Bank of America cedia 5,2%, após o Wall Street Journal informar que o banco está prestes a receber bilhões de dólares em ajuda adicional do governo dos EUA para concluir a aquisição do Merrill Lynch. O estrategista de ações Dan Greenhaus, da Miller Tabak, disse que o governo dos EUA tem o dever de ajudar o Bank of America e outras companhias que compraram instituições financeiras com problemas. As informações são da Dow Jones.

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