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Bolsas de Nova York sobem mais de 2% apesar de dados ruins

SÃO PAULO - A recuperação de ações do setor bancário e de empresas varejistas garantiu o fechamento positivos das bolsas de Nova York. O ajuste se deu apesar de dados ruins de emprego e atividade divulgados nesta quarta-feira.

Valor Online |

Os analistas preferiram focar notícias positivas do setor hipotecário e aumento das vendas pela internet nesta semana.

O industrial Dow Jones fechou em alta de 2,05%, aos 8.591 pontos. O Standard & Poor´s 500 subiu 2,58%, para 870 pontos e o eletrônico Nasdaq encerrou aos 1.492 pontos, com valorização de 2,94%.

As ações da Amazon fecharam com alta de 9,76% (US$ 45,21) após uma pesquisa do setor, feita pela ComScore, informar que houve um aumento de 15% nas vendas virtuais de varejistas americanas no dia 1º de dezembro.

No setor bancário as ações do Morgan Stanley avançaram 15,03% (US$ 13,85) e as ações do socorrido Citigroup reforçaram recuperação ao subirem 8,31% (US$ 7,82). Os agentes se animaram após sinais de que as injeções do governo americano no mercado imobiliário já podem estar influenciando positivamente o setor.

Dados da pesquisa da Mortgage Bankers Association (MBA) mostram que o volume de solicitações de empréstimos imobiliários nos Estados Unidos aumentou 112,1% na semana encerrada em 28 de novembro em relação à semana anterior. O indicador que mede esses pedidos foi de 404,4 para 857,7.

No mesmo intervalo de comparação, os pedidos de hipotecas para refinanciar empréstimo imobiliário já existentes tiveram alta de 203,3%. A parcela das solicitações de refinanciamento de hipotecas correspondeu a 69,1% do total de pedidos, superior aos 49,3% de uma semana antes.

Nem mesmo os dados do Livro Bege, mostrando a deterioração da economia do país, foram suficiente para conter a valorização. Em meio a oscilações de humor e altos e baixos no nível de confiança, hoje os analistas preferiram olhar para avaliações que contam com eficácia dos instrumentos dos governos para evitar recessão e devolver as economias ao eixo do crescimento, ainda que mais modesto.

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