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Bolsas de Nova York se recuperam e fecham com alta de mais de 6%

SÃO PAULO - Em sessão bastante volátil, as bolsas de Nova York conseguiram avançar mais de 6% no fechamento do pregão, depois de terem caído mais de 3% ao longo do dia. Foi a primeira alta após três sessões consecutivas de perdas.

Valor Online |

Novas previsões econômicas ruins foram mescladas com resultados de empresas que, em alguns casos foram razoáveis e, em outros, preocupantes. Mas o ponto determinante para a recuperação veio do setor de energia e das petrolíferas, cujas ações estavam muito baratas e incentivaram as compras.

O Dow Jones subiu 6,67%, aos 8.835 pontos. O eletrônico Nasdaq avançou 6,5%, para 1.596 pontos. O Standard & Poor´s 500 fechou aos 911 pontos, com ganho de 6,92% Foram as variações mais acentuadas em Wall Street em quase duas semanas.

As ações da Exxon Mobil avançaram 9,40% (US$ 75,41), acompanhadas de outros papéis do setor como os da Chevron, que subiram 12,53% (US$ 75,71). Também tiveram bom desempenho os papéis da consultoria imobiliária CB Richard Ellis, que avançaram 42,97% (US$ 5,39).

Entre as "bluechips", as ações da Caterpillar subiram 12,34% (US$ 39,41) e os papéis do Bank of America tiveram alta de 0,59% (US$ 17,10). Os papéis da General Electric ganharam 3,50% (US$ 16,86). A avaliação dos agentes é de que finalmente o mercado começa a se conformar que as empresas terão desaceleração, mas continuarão sendo grandes companhias com potencial de recuperação.

É o caso da Intel. A fabricante de processadores de computador reduziu em 17% sua previsão de receitas para o quarto trimestre, devido à demanda mais fraca em todas as áreas em que atua. Mesmo assim, as ações da Intel fecharam com alta de 6,73% (US$ 14,43).

Já a gigante Wal-Mart surpreendeu positivamente ao reportar aumento no lucro do terceiro trimestre. Ainda assim, a empresa reduziu a previsão de ganho para todo o ano de 2008. Os papéis da companhia avançaram 4,39% (US$ 54,93).

No quadro macroeconômico, os sinais continuaram ruins. Os novos pedidos de seguro-desemprego dos Estados Unidos aumentaram em 32 mil na semana de 8 de novembro. Além disso, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) - organização que reúne as 30 economias democráticas mais desenvolvidas do mundo - divulgou previsões de recessão para o ano que vem. As estimativas agora apontam que a atividade econômica deve cair 0,9% nos EUA no ano que vem, recuar 0,5% na zona do euro e diminuir 0,1% no Japão.

(Valor Online, com agências internacionais)

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