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Bolsas de Nova York perdem mais de 3% em dia de pessimismo com economia

SÃO PAULO - As bolsas de Nova York tombaram nesta jornada, afetadas pelo aumento dos pedidos de seguro desemprego nos Estados Unidos na semana passada, bem como pela desvalorização de ações de energia. As petrolíferas puxaram o mercado para baixo, influenciadas pela queda do preço do petróleo, que, por sua vez, sofreu efeito da valorização do dólar em relação ao euro.

Valor Online |

O Dow Jones Industrial fechou com queda de 2,99%, aos 11.188 pontos. O Standard & Poor´s 500 registrou baixa de 2,99% também, para 1.236 pontos. O eletrônico Nasdaq finalizou com 2.259 pontos, em baixa de 3,2%.

A avaliação dos agentes é de que houve uma piora generalizada nos mercados por conta do indicador americano de emprego, com aumento de 15 mil pedidos de seguro-desemprego na última semana. Além disso, os agentes têm uma expectativa bastante pessimista em relação ao comportamento da folha de pagamento no mês de agosto. A avaliação é de que haverá uma nova queda no número de empregos.

Para completar o cenário, o presidente o Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet afirmou que a economia européia está fraca e que a inflação ainda preocupa. Após manter o juro básico da região em 4,25% ao ano, o BCE reviu para baixo a previsão de crescimento do PIB da União Européia neste ano, de 1,1% a 1,7%, contra estimativa anterior de 1,5% a 2,1%.

As ações da Caterpillar caíram 5,6% (US$ 63,94) e as da Boeing fecharam em baixa de 4,6% (US$ 63,03). Os papéis da Exxon Mobil cederam 2,53% (US$ 76,14) e os da Chevron declinaram 3,5% (US$ 81,22). No setor bancário, as ações da American Express, AIG e Bank of American caíram 5,28% (US$ 38,75), 6,02% (US$ 21,22) e 7,16% (US$ 30,60), respectivamente.

(Valor Online, com agências internacionais)

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