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Bolsas de Nova York iniciam fevereiro em baixa

As Bolsas de Nova York abriram o pregão desta segunda-feira em queda de mais de 1%. A série de dados econômicos e balanços corporativos negativos da semana passada devem continuar nos próximos dias.

Agência Estado |

Às 12h35 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,20% a 7.904 pontos; o Nasdaq cedia 0,94% a 1.462 pontos; e o S&P 500 recuava 1,37% a 814 pontos.

O S&P 500 caiu 8,6% em janeiro, seu pior desempenho para um primeiro mês do ano. O Nasdaq cedeu 6,4% no mês passado. Além de a recessão seguir pesando sobre os resultados das empresas, os investidores "têm dúvidas sobre o plano de socorro financeiro do governo Obama, a viabilidade de um "banco ruim" (para absorver os ativos tóxicos dos bancos) e o potencial impacto do pacote de estímulo fiscal", disse Lena Komileva, chefe de economia para os mercados do G-7 da corretora Tullett Prebon, em Londres.

O Departamento do Comércio informou hoje que a renda pessoal nos EUA caiu 0,2% em dezembro, em taxa sazonalmente ajustada, e os gastos com consumo declinaram 1%. Economistas consultados pela Dow Jones esperavam declínio de 0,4% na renda e de 0,8% nos gastos. Ajustados pela inflação, os gastos caíram 0,5% no mês passado. Em 2008, os gastos com consumo nos EUA aumentaram 0,3%, o menor aumento desde a alta de 0,2% em 1991.

Nesta segunda-feira, o foco do mercado incluirá a seguradora American International Group (AIG). O grupo, cujo colapso foi evitado pelo governo dos EUA no ano passado, está discutindo um apoio federal para alguns de seus ativos, segundo notícia divulgada no fim de semana pelo The Wall Street Journal.

No pré-mercado, a Ford Motor caía quase 4%. A Reuters informou que o banco de investimentos Barclays Capital rebaixou a recomendação para a segunda maior montadora dos EUA, afirmando que ela precisará de ajuda do governo até o fim do ano.

Antes da abertura, a gigante dos brinquedos Mattel anunciou que seu lucro líquido caiu 46% para US$ 176,4 milhões, enquanto as vendas recuaram de US$ 2,19 bilhões para US$ 1,94 bilhão no quarto trimestre de 2008.

As bolsas operam em queda também na Europa. Em Londres, onde a mais forte tempestade de neve em 18 anos paralisou os transportes, o índice FT-100 caía 2,05%, pressionado sobretudo pelos papéis dos bancos.

No mercado de petróleo, o barril para março cedia abaixo de US$ 40 com os novos sinais de aprofundamento da recessão, operando em queda de 4,2% a US$ 39,93 na Nymex. As informações são da Dow Jones.

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