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Bolsas de Nova York fecham em nova baixa, apesar de corte de juros

SÃO PAULO - Em um pregão marcado por incertezas e por diversos momentos de alta e de baixa, a cautela acabou falando mais alto nos minutos finais do dia e os principais indicadores acionários das bolsas de Nova York fecharam em baixa pela sexta jornada consecutiva. O índice Dow Jones fechou com queda de 2,00%, aos 9.258,10 pontos.

Valor Online |

O Standard & Poor`s 500 recuou 1,13%, para 984,94 pontos e o Nasdaq cedeu 0,83%, para 1.740,33 pontos.

O dia foi recheado de notícias, sendo que a principal delas foi a ação coordenada do Federal Reserve (Fed), Banco Central Europeu (BCE), Banco da Inglaterra e bancos centrais do Canadá e Suécia. Nos EUA, o Fed diminuiu o custo do dinheiro em 0,5 ponto percentual, para 1,5% ao ano. Já o BCE cortou o juro de 4,25% para 3,75% e a autoridade monetária britânica o diminuiu de 5% para 4,5%.

A justificativa para a decisão conjunta se deve aos efeitos globais da crise financeira que ameaça o crescimento das economias, sobretudo as desenvolvidas. A notícia é positiva, mas os mercados foram titubeantes na resposta e oscilaram durante todo o dia. A análise é de que o impacto real da medida pode ser pequeno, já que os bancos simplesmente estão sentados em cima do dinheiro, recusando qualquer tipo de empréstimo.

As ações da Alcoa fecharam com baixa de 11,97% (US$ 14,71). Uma das primeiras a divulgar balanço nesta temporada, a empresa reportou forte baixa do lucro no terceiro trimestre. As ações do Bank of America, que também teve que diminuir a remuneração aos acionistas no período, fecharam com queda de 7,03% (US$ 22,10). As ações da seguradora MetLife perderam 26,77% (US$ 27). A empresa sinalizou dificuldades e anunciou que pretende vender 75 milhões de ações para elevar seu capital.

(Valor Online, com agências internacionais)

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