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Bolsas de Nova York fecham em baixa por dados econômicos ruins

SÃO PAULO - O conjunto de dados econômicos americanos divulgados hoje desagradou os investidores, aumentou a preocupação com a recessão e azedou o pregão desta terça-feira, que chegou a ensaiar uma recuperação na abertura. O índice Dow Jones fechou em baixa de 1,18%, aos 8.419 pontos.

Valor Online |

O Standard & Poor´s 500 encerrou aos 863 pontos, em queda de 0,97%. O eletrônico Nasdaq cedeu 0,71%, para 1.521 pontos.

Os agentes já vinham preocupados e reticentes sobre o pacote de resgate para o setor automotivo. A análise dos agentes é de que o pacote é pequeno e pode não representar um salvamento estrutural, mas apenas provisório.

As ações da General Motors, que já tinham caído mais de 20% ontem, fecharam em baixa de 14,77% (US$ 3). Os papéis da Ford cederam 15,44% (US$ 2,19). Ambas as montadoras tiveram o rating rebaixado pela Standard & Poor`s devido ao risco de concordata mesmo em face do programa de socorro anunciado pelo governo dos EUA na semana passada.

Hoje também ganhou relevo a queda das vendas no setor imobiliário e a confirmação de retração de 0,50% no PIB americano no terceiro trimestre na terceira e última revisão apresentada hoje nos EUA. As vendas de casas novas nos Estados Unidos cederam 2,9% em novembro, ficando em uma taxa anual ajustada sazonalmente de 407 mil unidade, e a revenda de usados caiu 8,6% em novembro, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 4,49 milhões de unidades.

Nem mesmo a recuperação do nível de confiança dos consumidores foi suficiente para melhorar o humor dos investidores. O indicador medido pela Universidade de Michigan neste mês de dezembro ficou em 60,1, acima da leitura preliminar para o mês, de 59, e das expectativas de mercado (58,5).

Entre outros destaques de baixa, as ações do Citigroup caíram 3,41% (US$ 6,52) e as do Bank of America cederam 5,76% (US$ 12,75). Também recuaram as ações da Textron, que fecharam em baixa de 20,47% (US$ 12,20) após a empresa informar que terá de reduzir a força de trabalho da companhia em 2.200 portos. A empresa disse também que terá prejuízo neste trimestre devido a perdas financeiras.

(Valor Online, com agências internacionais)

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