Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Bolsas de Nova York fecham com forte queda, sob impacto de ações de bancos

SÃO PAULO - As bolsas de Nova York fecharam o pregão desta segunda-feira com forte baixa, influenciadas pelas perdas de ações do setor bancário e pelas persistentes preocupações em relação ao andamento da economia. A retomada da alta do petróleo e resultados frustrantes no setor corporativo contribuíram para o movimento declinante.

Valor Online |

O índice Dow Jones Industrial encerrou com queda de 2,11%, aos 11.131 pontos. O Standard & Poor´s fechou aos 1.234 pontos, com recuo de 1,86%. O Nasdaq cedeu 2%, para 2.264 pontos.

Entre os papéis que mais sofreram neste pregão, os da AIG apontaram perda de 12,04% (US$ 23,96). Um dos fatores repercutidos pelo mercado no âmbito financeiro foi a aprovação pelo Senado americano do projeto que pode estabelecer um plano de resgate para as gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac. O mercado avalia que a iniciativa não deve contribuir muito para melhorar as expectativas do setor.

Na última sexta-feira foram fechadas 28 agências do First National Bank of Nevada e First Heritage Bank N.A. Os bancos, com atuação nos Estados de Nevada, Arizona e Califórnia, reabriram hoje como agências do Mutual of Omaha Bank, informou o Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC), órgão que garante os depósitos bancários nos EUA.

Valeu registro também para as negociações do dia um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indicando que a situação dos mercados financeiros globais permanece frágil um ano após o surgimento da crise das hipotecas de alto risco (segmento subprime) nos Estados Unidos. Os economistas da entidade avaliam que ainda não é possível enxergar o fim da crise no mercado imobiliário americano.

Influenciadas pelo resultado trimestral, as ações da Verizon também se destacaram com baixa de 2,47% (US$ 33,60) após a empresa reportar redução de 12% no lucro auferido entre abril e junho. Os papéis da GM cederam 7,56% (US$ 11), influenciados pela notícias de que as vendas da Toyota neste ano podem ficar abaixo do esperado.

(Valor Online, com agências internacionais)

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG