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Bolsas de Nova York caem por incerteza sobre plano para montadoras

SÃO PAULO - As bolsas de Nova York fecharam o pregão no vermelho após os congressistas americanos afirmarem que o plano de socorro para as montadoras não conta com votos suficientes para ser aprovado. O aumento dos pedidos de seguros desemprego em 58 mil na última semana também colaborou com o mau humor ao elevar o nível de beneficiários para o maior patamar em 26 anos.

Valor Online |

O índice Dow Jones fechou em queda de 2,24%, aos 8.565 pontos. O Standard & Poor´s 500 cedeu 2,85%, para 873 pontos. O eletrônico Nasdaq encerrou aos 1.507 pontos, com recuo de 3,68%.

As ações da General Motors caíram 10,43% (US$ 4,12) e as da Ford cederam 10,77% (US$ 2,90). As incertezas em torno da aprovação do pacote de US$ 14 bilhões para dar fôlego às operações das montadoras americanas está dando o tom desses papéis nesta semana.

No setor bancário, as ações do JP Morgan Chase fecharam em queda de 10,68% (US$ 29,94) após o diretor executivo da companhia dizer que a integração das operações com o Bear Stearns tem sido mais difícil do que o esperado por causa das turbulências de mercado. Os papéis do Bank of American declinaram 10,67% (US$ 14,91). A instituição anunciou hoje, após o fechamento do mercado, um pacote de demissões de 30 mil a 35 mil empregos ao longo dos próximos três anos.

Também caíram as ações da General Electric, que fecharam em baixa de 5,28% (US$ 17,05).

A percepção de recessão nos EUA ganhou força hoje após o Departamento de Trabalho dos EUA divulgar que nas quatro semanas encerradas em 6 de dezembro 573 mil pessoas entraram para o seguro desemprego. Outro dado que desagradou foi o déficit comercial americano, que cresceu 1,1% com recuo das exportações.

O contraponto do movimento veio das ações da petroleiras, cujos papéis tiveram ganho, ainda que modesto, após alta de mais de US$ 4 no barril de petróleo. As ações da Chevron subiram 1,30% (US$ 79,46.

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