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Bolsas de Nova York abrem em alta

As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, em meio à queda dos preços do petróleo no mercado internacional e à valorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras. Às 10h36 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,61%, o Nasdaq 100 avançava 0,63% e o S&P 500 tinha alta de 0,45%.

Agência Estado |

"Com os movimento do dólar e do petróleo, o mercado começa gradativamente a diferenciar quais são as ações que estão funcionando", disse o gestor de carteiras da Fifth Third Asset Management, Scott Billeadeau. Ontem, a recuperações dos papéis do setor financeiro e a valorização do dólar sustentaram o mercado, embora os dados macroeconômicos de inflação e desemprego continuem representando sérias preocupações para o futuro da economia americana.

Hoje, um dado que deve mexer com os mercado em Wall Street hoje é o avanço de 0,2% da produção industrial dos Estados Unidos em julho, melhor que a previsão de estabilidade no período.

Ações

Entre os destaques do lado corporativo hoje está o banco JPMorgan, que levantou US$ 1,6 bilhão em títulos híbridos para melhorar seu balanço patrimonial. Mas, para atrair os investidores para o papel, a instituição teve de oferecer a taxa de juros mais alta sobre dívida preferencial que já pagou desde a fusão que resultou na criação do banco, em 2000. A taxa ficou quase 10% acima da oferecida na emissão anterior de títulos híbridos feita em abril, segundo a Dealogic. De acordos com bancos próximos da transação, o JP pagará uma taxa anual de 8,625%. Os termos da oferta sinalizam o custo crescente que os grupos financeiros enfrentam para levantar capital e mostram que a crise do crédito continua pesando.

As ações da loja de departamento JCPenney deverão reagir à divulgação do balanço da varejista, que apontou queda de 35,7% do lucro líquido do grupo no segundo trimestre de 2008 na comparação com igual período do ano passado, de US$ 182 milhões para US$ 117 milhões (US$ 0,52 por ação). As ações caíam 2,9% no pré-mercado em Wall Street.

Já a montadora General Motors (GM), que caiu quase 8% na quarta-feira (dia 13) após ser rebaixada pela agência de classficação de risco Moody's, informou hoje que pretende anunciar um investimento "multimilionário" nos EUA na quinta-feira da semana que vem (dia 21), no complexo Lordstown e que irá divulgar fotos oficiais de seu modelo compacto Chevy Cruze.

As seguradoras de bônus MBIA e Ambac, por sua vez, avançavam 8% e 21% no pré-mercado em Nova York, respectivamente, depois de a agência de classificação de risco Standard & Poor's ter reiterado as notas de risco de crédito (ratings) de ambas em AA, retirando-os de probabilidade imediata de rebaixamento. As informações são da Dow Jones.

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